{"id":344476,"date":"2025-01-02T02:14:03","date_gmt":"2025-01-02T05:14:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=344476"},"modified":"2025-01-02T02:18:48","modified_gmt":"2025-01-02T05:18:48","slug":"pt-criou-olho-grande-lula-aliou-se-a-direita-e-brasil-vive-em-crise-permanente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/pt-criou-olho-grande-lula-aliou-se-a-direita-e-brasil-vive-em-crise-permanente\/","title":{"rendered":"PT criou olho grande, Lula aliou-se \u00e0 direita e Brasil vive em crise permanente"},"content":{"rendered":"<p>O fim do per\u00edodo dos governos militares (1964-1985) ainda n\u00e3o encontrou a narrativa objetiva e completa que registre este per\u00edodo da Hist\u00f3ria do Brasil. V\u00e1rios interesses deformam a compreens\u00e3o. Em nossa opini\u00e3o, o principal \u00e9 a participa\u00e7\u00e3o do poder financeiro internacional, o verdadeiro condutor do Brasil desde 1980 e que n\u00e3o quer assim ser identificado.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m n\u00e3o h\u00e1 homogeneidade entre os cinco governantes militares, exclu\u00eddos os dois meses da Junta Militar (31\/08 a 30\/10\/1969): Castelo Branco (15\/04\/1964-1967), Costa e Silva (15\/03\/1967-1969), M\u00e9dici (30\/10\/1969-1974), Geisel (15\/031974-1979) e Figueiredo (15\/03\/1979-1985).<\/p>\n<p>Castelo Branco foi um governo estadunidense aqui. Faziam parte Lincoln Gordon, o embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Lincoln Gordon, o coronel Vernon Walters, agente da Central Intelligence Agency (CIA), o embaixador Roberto Campos, entre outros estrangeiros e not\u00f3rios entreguistas nativos.<\/p>\n<p>Esse governo tratou de alterar a trajet\u00f3ria nacionalista de Jo\u00e3o Goulart, facilitando com mudan\u00e7as na legisla\u00e7\u00e3o as manipula\u00e7\u00f5es cambiais e, principalmente, com repress\u00e3o, pris\u00f5es, torturas e assassinatos, o estabelecimento do dom\u00ednio estadunidense aqui.<\/p>\n<p>Criou o Servi\u00e7o Nacional de Informa\u00e7\u00f5es (SNI), por\u00e9m seu idealizador, general Golbery do Couto e Silva, longe de profissionalizar a atua\u00e7\u00e3o da \u201cintelig\u00eancia\u201d, fez de seu mandato (1964-1967) um \u00f3rg\u00e3o de opress\u00e3o e fofocas palacianas.<\/p>\n<p>De tal modo o Brasil se transformou em col\u00f4nia estadunidense. Costa e Silva recebeu o apoio dos industriais e empres\u00e1rios brasileiros, notadamente os paulistas, e tendo ele lideran\u00e7a na tropa, dar o golpe dentro do golpe, sucedendo a Castelo Branco.<\/p>\n<p>Tem in\u00edcio um novo per\u00edodo nos governos autorit\u00e1rios militares, com incentivos \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o, cria\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os na estrutura do Estado e de empresas estatais, profissionaliza\u00e7\u00e3o do SNI, conduzida pelo futuro presidente M\u00e9dici, por\u00e9m mantida a repress\u00e3o com o Ato Institucional n\u00ba 5 (AI-5).<\/p>\n<p>O acidente vascular cerebral (derrame), em agosto de 1969, antecipou o fim do governo Costa e Silva, dando origem ao triunvirato da Junta Militar.<\/p>\n<p>Os incentivos e a estrutura de governo para o desenvolvimento econ\u00f4mico fez do governo M\u00e9dici o \u201cMilagre Brasileiro\u201d, crescimento m\u00e9dio de 11,9%, ao ano. A repress\u00e3o indiscriminada de 1964 foi direcionada a partir de M\u00e9dici aos movimentos, inclusive de luta armada, constitu\u00eddo por parte da oposi\u00e7\u00e3o. O fascismo policial e militar fez do AI-5 sua constitui\u00e7\u00e3o, at\u00e9 ser revogado por Geisel.<\/p>\n<p>Tantas sandices correm como verdade nas m\u00eddias desde 1980, que compensa pequena reflex\u00e3o e narrativa factualmente verdadeira: n\u00e3o h\u00e1 desenvolvimento sem o Estado.<\/p>\n<p>Se o Estado atua em favor do seu pa\u00eds, o Pa\u00eds tamb\u00e9m se desenvolve; se apenas enriquece grupos da sociedade, o pa\u00eds tem crescimento desigual e tanta pobreza quanto a manuten\u00e7\u00e3o pol\u00edtica possa permitir. Isso se d\u00e1 nos EUA, em toda Europa Ocidental, na \u00c1sia e onde mais se busquem informa\u00e7\u00f5es n\u00e3o dogm\u00e1ticas e doutrinadoras.<\/p>\n<p>O Estado Brasileiro, sob M\u00e9dici e Geisel, n\u00e3o somente colocou no or\u00e7amento o desenvolvimento do Brasil, como a demanda que pudesse manter este crescimento constante (previd\u00eancia rural, Plano de Integra\u00e7\u00e3o Social (PIS), MOBRAL, Projeto Rondon, FUNARTE, NUCLEBRAS e o que hoje constituem o SUS e o FIES).<\/p>\n<p>Como \u00e9 \u00f3bvio, tal desenvolvimento econ\u00f4mico, social, cultural foi considerado, pelos EUA e pelas finan\u00e7as ap\u00e1tridas em geral, um mal, o p\u00e9ssimo exemplo a ser combatido, surgindo, ent\u00e3o, os movimentos contra a ditadura, pela democracia, pelas elei\u00e7\u00f5es \u201cdiretas j\u00e1\u201d, junto a den\u00fancias das atrocidades cometidas por \u201cgovernos militares\u201d.<\/p>\n<p>Por\u00e9m logo se deram conta que, elei\u00e7\u00e3o direta ap\u00f3s o governo Figueiredo colocaria na presid\u00eancia do Brasil Leonel de Moura Brizola, nacionalista e trabalhista, disposto a educar o povo para nova Era Vargas.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o o pa\u00eds inteiro se frustrou com a decis\u00e3o do Congresso ao n\u00e3o aprovar as \u201cDiretas J\u00e1\u201d; Brizola presidente significaria que o trabalho colonizador de vinte e um anos, mesmo com altos (Castelo Branco e Figueiredo) e baixos (Geisel), estaria desperdi\u00e7ado.<\/p>\n<p><strong>Redemocratiz\u00e7\u00e3o. O que \u00e9 isso?<\/strong><br \/>\nPassou-se a construir a \u201credemocratiza\u00e7\u00e3o\u201d que tamb\u00e9m n\u00e3o daria prosseguimento ao Governo Jo\u00e3o Goulart. Era a ideologia que se criava para dominar o Brasil e todas na\u00e7\u00f5es onde o povo fosse mais ignorante e menos participativo: o neoliberalismo financeiro.<\/p>\n<p>Para atingir esta nova meta colonizadora, o inimigo a combater era o Estado Nacional.<\/p>\n<p>Tudo se concentra na identifica\u00e7\u00e3o do Estado como agente dos governos militares, como ineficiente e perdul\u00e1rio, como corrupto e incapaz, cujos exemplos s\u00e3o tomados dos governos desde Juscelino a Sarney, como se tivessem a mesma origem e os mesmos objetivos. Vargas passa a ser identificado apenas como mais um ditador.<\/p>\n<p>E se constr\u00f3i a conquista de todos poderes, por elei\u00e7\u00f5es e por nomea\u00e7\u00f5es. Os partidos pol\u00edticos fariam a sele\u00e7\u00e3o de quem poderia ser eleito e a justi\u00e7a eleitoral lhes daria vit\u00f3ria. Para isso se aperfei\u00e7oa o processo eleitoral, ficando cada vez mais distante da participa\u00e7\u00e3o popular at\u00e9, como se v\u00ea atualmente, apenas presen\u00e7a \u00e0 m\u00e1quina que registra o voto, sem possibilidade de confer\u00eancia pelo pr\u00f3prio eleitor, o que se dir\u00e1 da checagem por m\u00e3os humanas. Tudo uma quest\u00e3o de f\u00e9!<\/p>\n<p>E todas correntes ideol\u00f3gicas e pol\u00edticas em atividade no Brasil se unem para derrotar, em 1989, Leonel Brizola. Do Partido Comunista Brasileiro (PCB) aos militares mais \u00e0 direita, fascistas, conscientes ou instintivos, todos se unem para qualquer acordo que derrotasse Brizola.<\/p>\n<p>O Partido dos Trabalhadores (PT), em absoluta contradi\u00e7\u00e3o com seu nome, por\u00e9m muito pr\u00f3ximo deste neoliberalismo, ataca a Consolida\u00e7\u00e3o das Leis do Trabalho (CLT), fruto da \u201cditadura de Vargas\u201d, \u201cesquecendo\u201d que nela continha o poss\u00edvel, na desigual sociedade brasileira, para efetivamente liquidar com a escravid\u00e3o e apoia a liberdade (?) dos ubers (!), MEIs (!) e da total aus\u00eancia de direitos trabalhistas e previdenci\u00e1rios.<\/p>\n<p>Hoje, neste terceiro governo do presidente Lula e quinto do PT, o partido j\u00e1 est\u00e1 incorporado ao \u201ccentr\u00e3o\u201d, ao \u201cteto de gastos\u201d, \u201cprevendo d\u00e9ficit zero das contas p\u00fablicas em 2025\u201d.<\/p>\n<p>As oportunidades de usar a imensa riqueza natural do Brasil, na \u00e1rea agropecu\u00e1ria, na diversidade e qualidade dos min\u00e9rios, nas diversas fontes supridoras de energia, na quantidade de recursos fluviais e aqu\u00edferos, pois tudo que aqui existe para o povo deste pa\u00eds continental s\u00e3o colocadas para exportar o lucro que companhias estrangeiras usufruem com dom\u00ednio do Brasil, e com as restri\u00e7\u00f5es impostas ao desenvolvimento que atenda aos brasileiros.<\/p>\n<p>Se vivo, Brizola se dissolveria em l\u00e1grimas! O que trouxe o neoliberalismo financeiro para o Brasil? Em primeiro lugar a corrup\u00e7\u00e3o, pois tudo que importa \u00e9 o lucro m\u00e1ximo. Alguns defensores dos governos militares procuram fazer a distin\u00e7\u00e3o moral ou \u00e9tica com a corrup\u00e7\u00e3o antes, a seu ver, inexistente.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 verdade. A\u00ed est\u00e3o as obras do Coronel Andreazza, o crescimento do Sistema Globo, do Banco Bradesco, para demonstrar que havia corrup\u00e7\u00e3o. Por\u00e9m com a ideologia neoliberal ela constitui a pr\u00f3pria base da governan\u00e7a.<\/p>\n<p>Os casos de mau uso de dinheiro p\u00fablico se avolumam no per\u00edodo posterior ao \u00faltimo governo militar, prosseguindo at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>At\u00e9 1989, os presidentes da C\u00e2mara dos Deputados n\u00e3o se destacavam pelos or\u00e7amentos e emendas secretos, e diversas outras ilicitudes, embora nem todos se identificassem pela probidade, retid\u00e3o, que deve ser a principal qualifica\u00e7\u00e3o dos homens p\u00fablicos, e que deram exemplo a vida p\u00fablica de Get\u00falio Vargas, Jo\u00e3o Goulart, Ernesto Geisel, e Leonel Brizola.<\/p>\n<p>Mas a simples enuncia\u00e7\u00e3o dos nomes de presidentes da C\u00e2mara dos Deputados a partir de 1990, quando o neoliberalismo financeiro toma conta da pol\u00edtica nacional, far\u00e1 vir \u00e0 mente do leitor casos de corrup\u00e7\u00e3o ou muito mal explicados de Paes de Andrade, Inoc\u00eancio de Oliveira, Severino Cavalcanti, Henrique Alves, Eduardo Cunha e Arthur Lira.<\/p>\n<p>Todo este conjunto de interesses estrangeiros al\u00e9m da corrup\u00e7\u00e3o inerente \u00e0 ideologia neoliberal destru\u00edram Brizola. Talvez a ignor\u00e2ncia popular, que a destrui\u00e7\u00e3o dos CIEPs, tornada imperativo aos governantes do Estado do Rio de Janeiro a partir de 1994, tenha ap\u00f3s tantos anos de luta levado a aquele probo pol\u00edtico considerar n\u00e3o haver mais tempo de vida para reverter t\u00e3o mal\u00e9fica situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E acrescente-se a expans\u00e3o da igreja neopentecostal. Esta criada em 1975 nos EUA j\u00e1, no mesmo ano, era transplantada para o Brasil para Igreja Sal\u00e3o da F\u00e9. Dois anos depois este Sal\u00e3o da F\u00e9 se transforma na Igreja Universal do Reino de Deus, buscando a internacionaliza\u00e7\u00e3o. Tantos recursos e t\u00e3o rapidamente obtidos levam-nos a imaginar que deve existir algo al\u00e9m da religi\u00e3o para esta escalada neopentecostal.<\/p>\n<p><strong>Que futuro nos espera?<\/strong><br \/>\nBons analistas pol\u00edticos chamam aten\u00e7\u00e3o para aus\u00eancia de apoio popular para que Geisel enfrentasse vitoriosamente a press\u00e3o dos capitais estrangeiros e o governo estadunidense representado por Henry Kissinger.<\/p>\n<p>Lembre-se que, em 1975, sendo Geisel presidente, o Brasil votou a favor da Resolu\u00e7\u00e3o 3.379 da Assembleia Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas, que considerava o sionismo forma de racismo.<\/p>\n<p>O alem\u00e3o da Baviera, Henry Kissinger, judeu pela etnia e pela religi\u00e3o, n\u00e3o tinha identidade com o luterano brasileiro, descendente de alem\u00e3es do Hesse. E que adotava pol\u00edticas independentes nas rela\u00e7\u00f5es exteriores, na constru\u00e7\u00e3o da autonomia energ\u00e9tica brasileira e, como a cereja na torta, ainda denunciava o acordo militar com os EUA.<\/p>\n<p>Kissinger colocou institui\u00e7\u00f5es e m\u00eddias estadunidenses para atacarem Geisel. Isso \u00e9 comprovado com fatos que, ainda hoje, s\u00e3o repetidos em m\u00eddias no Brasil.<\/p>\n<p>Para enfrentar toda esta avalanche de desinforma\u00e7\u00f5es, not\u00edcias falsas, deturpa\u00e7\u00f5es da verdade, \u00e9 imprescind\u00edvel a forma\u00e7\u00e3o escolar de \u00f3tima qualidade para todo brasileiro. Mas os or\u00e7amentos s\u00e3o \u201csecretos\u201d, h\u00e1 \u201ctetos de gasto\u201d, \u201cemendas or\u00e7ament\u00e1rias sem identifica\u00e7\u00e3o dos autores e finalidades\u201d, que colocam a instru\u00e7\u00e3o p\u00fablica, gr\u00e1tis, laica, universal, de hor\u00e1rio integral, sem recursos m\u00ednimos indispens\u00e1veis para atender o povo brasileiro.<\/p>\n<p>O atual governador do Estado mais rico da federa\u00e7\u00e3o, S\u00e3o Paulo, o capit\u00e3o bolsonarista Tarc\u00edsio de Freitas, promove leil\u00f5es de escolas p\u00fablicas no sentido de privatiz\u00e1-las. Que futuro aguardam as crian\u00e7as paulistas?<\/p>\n<p>E o Banco Central independente do Brasil, pois serve \u00e0s finan\u00e7as ap\u00e1tridas, que eleva a taxa b\u00e1sica de juros para dificultar ou impedir que o Pa\u00eds novamente se industrialize, com Planos Nacionais de Desenvolvimento (PNDs) de M\u00e9dici e de Geisel, nas condi\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas atuais.<\/p>\n<p>Vejam caros leitores, quanto nos custou, como ficou cara a derrota eleitoral de Brizola em 1989! Um pa\u00eds sem futuro.<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<\/p>\n<p><strong>*Pedro Augusto Pinho, \u00e9 administrador, aposentado.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O fim do per\u00edodo dos governos militares (1964-1985) ainda n\u00e3o encontrou a narrativa objetiva e completa que registre este per\u00edodo da Hist\u00f3ria do Brasil. V\u00e1rios interesses deformam a compreens\u00e3o. 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