{"id":345634,"date":"2025-01-15T00:00:18","date_gmt":"2025-01-15T03:00:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=345634"},"modified":"2025-01-15T07:53:19","modified_gmt":"2025-01-15T10:53:19","slug":"povos-amazonicos-aprendem-a-lidar-com-crise-climatica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/povos-amazonicos-aprendem-a-lidar-com-crise-climatica\/","title":{"rendered":"Povos amaz\u00f4nicos aprendem a lidar com crise clim\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p>Aos 7 anos de idade, Neymar perdeu o pai. Um homem negro, chamado Kleber, que morreu com um tiro nas costas. Segundo a fam\u00edlia, o assassino foi um policial militar. A morte n\u00e3o foi um evento isolado, mas uma das muitas ocorridas durante a onda de viol\u00eancia que tomou conta da cidade de Altamira, no Par\u00e1, depois da constru\u00e7\u00e3o da Usina Hidrel\u00e9trica de Belo Monte, no Rio Xingu.<\/p>\n<p>Nos dois anos seguintes, a tia de Neymar, Daniela Silva, percebeu que a vida do sobrinho era marcada tanto pela perda da rela\u00e7\u00e3o do pai, como da conex\u00e3o com as ra\u00edzes amaz\u00f4nicas. Neymar, como tantos outros de sua gera\u00e7\u00e3o, cresceu a mais de 10 quil\u00f4metros (km) de dist\u00e2ncia do Xingu. Um grupo de crian\u00e7as e adolescentes criados em bairros populares urbanos, com infraestrutura prec\u00e1ria, que surgiram depois do processo de expuls\u00e3o das terras do Xingu.<\/p>\n<p>\u201cAs crian\u00e7as depois da minha gera\u00e7\u00e3o n\u00e3o tiveram o direito de vivenciar o rio, o igarap\u00e9, uma comunidade cercada por curandeiros, rezadeiras, ind\u00edgenas, ribeirinhos. O Neymar, diferente da minha gera\u00e7\u00e3o, n\u00e3o teve direito de conviver com uma inf\u00e2ncia na Amaz\u00f4nia. Eu sou de uma gera\u00e7\u00e3o que tive esse privil\u00e9gio. Cresci no meio dessa diversidade\u201d, disse a ge\u00f3grafa, ativista socioambiental e lideran\u00e7a local Daniela Silva, durante o TEDxAmaz\u00f4nia 2024, evento realizado entre o final de novembro e o in\u00edcio de dezembro, em Manaus.<\/p>\n<p>Foi a partir dessas reflex\u00f5es que nasceu o Projeto Aldeias em 2019. Resistir aos processos de viol\u00eancia e de ruptura afetiva com a Amaz\u00f4nia se tornou um dos nortes de Daniela. Por meio de um conjunto de a\u00e7\u00f5es educacionais, ela ajuda crian\u00e7as e adolescentes a reatar la\u00e7os naturais com a floresta e la\u00e7os culturais com a cultura ribeirinha amaz\u00f4nica. Existe a preocupa\u00e7\u00e3o em trabalhar uma identidade amaz\u00f4nida que valorize indiv\u00edduos e territ\u00f3rios.<\/p>\n<p>\u201cA gente s\u00f3 ama aquilo que conhece. E o Projeto Aldeias nasce da hist\u00f3ria desse menino, com o objetivo de retomada das nossas conex\u00f5es que foram rompidas ap\u00f3s o processo de deslocamento for\u00e7ado pela constru\u00e7\u00e3o da hidrel\u00e9trica de \u2018Belo Monstro\u2019 no nosso Rio Xingu. O Aldeias \u00e9 uma conclama\u00e7\u00e3o para todos os setores da sociedade colocarem as nossas crian\u00e7as no centro, para pensarem junto com os adultos o nosso futuro. \u00c9 um projeto que se baseia naquele famoso prov\u00e9rbio africano que diz ser preciso uma aldeia inteira para educar uma crian\u00e7a\u201d, explica Daniela.<\/p>\n<p>Uma das principais iniciativas do projeto \u00e9 o Escola da Rua, que promove a educa\u00e7\u00e3o ambiental, o direito e a cidadania de crian\u00e7as e adolescentes perif\u00e9ricos de Altamira. S\u00e3o atividades criativas, culturais, art\u00edsticas e socioambientais, como visitas \u00e0s \u00e1reas naturais da regi\u00e3o. Em comum, as a\u00e7\u00f5es do Projeto Aldeias desenvolvem trabalhos conjuntos e participativos, discutem pol\u00edticas p\u00fablicas, inf\u00e2ncias, juventudes, e tentam ampliar vozes em defesa do meio ambiente e da Amaz\u00f4nia. O fortalecimento comunit\u00e1rio \u00e9 visto como o melhor caminho para defesa da floresta e dos povos tradicionais. Assim dizem os versos escritos pela Daniela:<\/p>\n<p>&#8220;D\u00e1 at\u00e9 n\u00f3 na garganta de contar essa hist\u00f3ria.\/ Aqui na Amaz\u00f4nia, a viol\u00eancia tem etnia, tem cor, tem g\u00eanero.\/ Morre &#8216;noiz&#8217;: pretos, ind\u00edgenas, seringueiros, beiradeiros.\/ Querem nos calar, para nossas riquezas saquear.\/ Mas n\u00f3s n\u00e3o vamos deixar!\/ \u00c9 tempo de nos conectar!\/ E juntos, com f\u00e9, uni\u00e3o e a\u00e7\u00e3o, lutar!&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Manejar o fogo<\/strong><br \/>\nO exemplo de Daniela mostra que educa\u00e7\u00e3o e conhecimento v\u00e3o muito al\u00e9m de disciplinas formais da escola. Incluem tamb\u00e9m habilidades, t\u00e9cnicas e saberes \u00fateis para uma vida equilibrada com a natureza. Por essa raz\u00e3o, n\u00e3o seria errado considerar que os brigadistas de Alter do Ch\u00e3o, no Par\u00e1, s\u00e3o educadores. O grupo foi criado em 2018, com seis pessoas, para dar uma primeira resposta organizada aos inc\u00eandios florestais da regi\u00e3o e ajudar a comunidade local. A forma\u00e7\u00e3o incluiu cursos com a Defesa Civil e o Corpo de Bombeiros.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do trabalho direto de combate aos inc\u00eandios, o grupo ajuda na forma\u00e7\u00e3o de outros brigadistas e na conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o sobre o manejo correto e legal do fogo. O que \u00e9 coerente com uma das principais miss\u00f5es da brigada: \u201cImplementar e aprimorar processos cont\u00ednuos de forma\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica, treinamento, educa\u00e7\u00e3o ambiental, engajamento comunit\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>\u201cUma coisa bem did\u00e1tica para as pessoas entenderem. Se uma empresa tem um pr\u00e9dio grande, \u00e9 obrigada a ter uma brigada para dar o primeiro combate ao inc\u00eandio predial. As brigadas que est\u00e3o nos territ\u00f3rios rurais t\u00eam as melhores condi\u00e7\u00f5es para dar a primeira resposta no combate ao inc\u00eandio florestal, porque o governo nunca vai ter bra\u00e7o suficiente. \u00c9 muito caro voc\u00ea deslocar algu\u00e9m de Bras\u00edlia, por exemplo. Ideal sempre que tenha uma brigada em todas as regi\u00f5es\u201d, diz Daniel Gutierrez, brigadista volunt\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u201cTodo inc\u00eandio florestal pode ser apagado com o p\u00e9 no come\u00e7o, quando ainda \u00e9 pequeno. E as brigadas s\u00e3o as melhores ferramentas para impedir que esses fogos virem grandes inc\u00eandios\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>Apesar do trabalho majoritariamente volunt\u00e1rio, os brigadistas tiveram de lidar com opositores poderosos. Em novembro de 2019, quatro deles, incluindo Gutierrez, chegaram a ser presos, responsabilizados pelo inc\u00eandio que atingiu a \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (APA) Alter do Ch\u00e3o dois meses antes. Segundo a Pol\u00edcia Civil, eles teriam cometido o crime para arrecadar doa\u00e7\u00f5es para a brigada. Passaram tr\u00eas dias na pris\u00e3o. O epis\u00f3dio incluiu acusa\u00e7\u00f5es do presidente da Rep\u00fablica \u00e0 \u00e9poca, Jair Bolsonaro, e do ent\u00e3o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles. At\u00e9 o ator norte-americano Leonardo Di Caprio foi citado pelo governo como financiador dos inc\u00eandios. Por falta de provas, o inqu\u00e9rito foi arquivado pela Pol\u00edcia Federal e o processo acabou sendo extinto na Justi\u00e7a.<\/p>\n<p>\u201cONGs s\u00e3o demonizadas. E esses ataques da extrema-direita v\u00eam porque eles n\u00e3o querem que a gente se organize e fique cobrando a\u00e7\u00f5es do poder p\u00fablico. E n\u00e3o entra na cabe\u00e7a de muita gente que eu gaste o meu tempo e a minha sa\u00fade em um trabalho volunt\u00e1rio, sem receber nada para isso. Apesar de tudo, queremos crescer como institui\u00e7\u00e3o e, em 2025, planejamos ter um corpo de funcion\u00e1rios pagos e inteiramente dedicados \u00e0s atividades da brigada\u201d, projeta Daniel Gutierrez.<\/p>\n<p>Na luta pela preserva\u00e7\u00e3o da Floresta Amaz\u00f4nica, os brigadistas de Alter do Ch\u00e3o tentam conscientizar a popula\u00e7\u00e3o para o uso correto do fogo e esperam por uma regula\u00e7\u00e3o melhor do trabalho pelo poder p\u00fablico. Um primeiro passo foi dado em julho de 2024, quando o presidente Luiz In\u00e1cio Lula da Silva sancionou a Pol\u00edtica Nacional de Manejo do Fogo.<\/p>\n<p>\u201cO fogo \u00e9 uma ferramenta ancestral nas comunidades da Amaz\u00f4nia. Pessoas queimam, por exemplo, uma \u00e1rea pequena para plantar mandioca, que ajuda na subsist\u00eancia local. \u00c9 o que a gente chama de fogo bom, com aceiro em volta, para as chamas n\u00e3o se alastrarem. Mas ocorrem irregularidades quando, por exemplo, a prefeitura n\u00e3o disponibiliza recolhimento de lixo, as pessoas queimam tudo e perdem o controle das chamas. A gente precisa de pol\u00edticas p\u00fablicas, que os governos entendam a nova realidade clim\u00e1tica, com eventos extremos mais frequentes. E que ofere\u00e7am servi\u00e7os adequados para a popula\u00e7\u00e3o\u201d, conclui o brigadista.<\/p>\n<p><strong>Educa\u00e7\u00e3o ribeirinha<\/strong><br \/>\nImpactados diretamente por esses eventos extremos, como secas e inunda\u00e7\u00f5es, povos ribeirinhos procuram lidar com a nova realidade e preparar respostas para proteger o meio ambiente. Na comunidade de Tumbira, munic\u00edpio de Iranduba, Amazonas, esse aprendizado conta com a ajuda do N\u00facleo de Inova\u00e7\u00e3o e Educa\u00e7\u00e3o para o Desenvolvimento Sustent\u00e1vel (Nieds), da Funda\u00e7\u00e3o Amaz\u00f4nia Sustent\u00e1vel (FAS), uma organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos. Alberta Pacheco \u00e9 a gestora do n\u00facleo e coordena projetos educativos para que as pessoas sejam protagonistas do desenvolvimento social, econ\u00f4mico e ambiental da Amaz\u00f4nia.<\/p>\n<p>Ela explica que crian\u00e7as, jovens e adultos que est\u00e3o cursando o ensino fundamental e m\u00e9dio participam dos projetos complementares no contraturno das aulas. Pelos menos 380 pessoas j\u00e1 foram impactadas pelas a\u00e7\u00f5es desde 2010. A conserva\u00e7\u00e3o da floresta \u00e9 um dos pilares dessas atividades, que entendem a Amaz\u00f4nia como uma grande sala de aula, onde se desenvolvem equidade, a justi\u00e7a, o respeito, a \u00e9tica e liberdade das pessoas que vivem na floresta.<\/p>\n<p>&#8220;Dentro dos nossos projetos complementares, trabalhamos, por exemplo, com o Rep\u00f3rter da Floresta. Temos oficinas de r\u00e1dio, v\u00eddeo e produ\u00e7\u00e3o de texto para os estudantes desenvolverem pr\u00e1ticas de educomunica\u00e7\u00e3o e levarem perspectivas da floresta para o mundo por meio de redes sociais e do r\u00e1dio. H\u00e1 outro projeto que trabalha pr\u00e1ticas agroecol\u00f3gicas, a quest\u00e3o de produ\u00e7\u00e3o das hortali\u00e7as, da cria\u00e7\u00e3o de aves. A escola est\u00e1 dentro de uma unidade de conserva\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o a gente procura o ano inteiro fazer palestras e promover debates de cuidado com o meio ambiente&#8221;, explica Alberta Pacheco. &#8220;Quem vive dentro da floresta sofre impactos diariamente das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Nossos alunos s\u00e3o engajados e representam a nossa escola em congressos e eventos que tratam desse tema.&#8221;<\/p>\n<p><strong>Conhecimento ind\u00edgena<\/strong><br \/>\nNatural de Minas Gerais, Maria do Carmo Barcelos se mudou para o interior de Rond\u00f4nia em 1976, no auge da ditadura militar e da ideia de coloniza\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios amaz\u00f4nicos. Ela tinha 26 anos de idade e uma vontade imensa de conhecer melhor a vida dos ind\u00edgenas Paiter Suru\u00ed. Educadora e licenciada em geografia, Maria come\u00e7ou a atuar como professora, mas o trabalho com os ind\u00edgenas se desenvolveu em outras frentes com o passar do tempo.<\/p>\n<p>A vida se mesclou com a dos Paiter Suru\u00ed a ponto de adotar como filha uma menina da etnia, que havia perdido a m\u00e3e com dez dias de vida e tinha a sa\u00fade fr\u00e1gil. Hoje, a integra\u00e7\u00e3o \u00e9 tamanha que ela afirma ser vista como uma \u201cigual\u201d onde vive, no munic\u00edpio de Cacoal. Quem quiser encontr\u00e1-la por l\u00e1 precisa perguntar por Maria dos \u00cdndios, como \u00e9 conhecida h\u00e1 d\u00e9cadas. O trabalho em prol da comunidade \u00e9 reconhecido e valorizado, como os projetos que envolvem educa\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as, jovens e professores ind\u00edgenas. Um dos focos atuais \u00e9 o de discutir governan\u00e7a territorial e mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/p>\n<p>\u201cDesenvolvemos uma metodologia que privilegia interdisciplinaridade e interculturalidade. Produzimos um livro para cada povo, porque cada um deles tem a pr\u00f3pria hist\u00f3ria. S\u00f3 n\u00e3o produzimos nas l\u00ednguas originais ainda, porque nenhuma delas est\u00e1 esquematizada. O portugu\u00eas \u00e9 a l\u00edngua que eles t\u00eam usado mais\u201d, explica a indigenista. \u201cO objetivo \u00e9 que a rede de educa\u00e7\u00e3o escolar ind\u00edgena possa inserir esses materiais na grade curricular b\u00e1sica do ensino fundamental. E isso j\u00e1 vem acontecendo.\u201d<\/p>\n<p>O trabalho foi feito at\u00e9 agora em oito territ\u00f3rios diferentes e, entre os materiais oferecidos, est\u00e3o livros sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas escritos especialmente para cada um desses povos. H\u00e1 um di\u00e1logo entre os saberes tradicionais e os saberes cient\u00edficos, adaptados para cada cosmologia diferente. Maria conta que uma das partes do livro, por exemplo, fala do &#8220;surgimento das coisas&#8221;, para explicar como determinado povo ind\u00edgena explica a origem do Sol, da Lua, dos seres humanos.<\/p>\n<p>\u201cA partir da\u00ed, falamos da hist\u00f3ria das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, buscando os sinais da natureza que os antigos interpretavam. Conhecimento que muitos deles ainda t\u00eam, mas outros v\u00e3o esquecendo. Por exemplo, quando as cigarras est\u00e3o cantando muito, ou quando o sapinho coaxa muito, \u00e9 um sinal de que a chuva vai chegar. A gente come\u00e7a a\u00ed e busca o entendimento especialmente que os mais velhos t\u00eam sobre o assunto. O material \u00e9 muito interativo e s\u00e3o as crian\u00e7as que v\u00e3o construir com os mais velhos as respostas para as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. Vemos ali o que eles falam de concreto, como os impactos na pesca, quando a \u00e1gua se aquece demais e provoca mortandade dos peixes, ou dos periquitos que passaram a cantar de madrugada. O ciclo das planta\u00e7\u00f5es, o que florescia em determinada \u00e9poca, e agora est\u00e1 tudo bagun\u00e7ado, sem muita previsibilidade\u201d, diz Maria.<\/p>\n<p>Ciente de que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas s\u00e3o um desafio de longo prazo, ela entende que o investimento no conhecimento dos mais jovens \u00e9 importante para que as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es assumam a lideran\u00e7a na defesa da Amaz\u00f4nia. \u201cUm dos objetivos \u00e9 que eles possam desenvolver um senso cr\u00edtico e elaborar respostas para esses impactos clim\u00e1ticos. Essas crian\u00e7as e adolescentes daqui a pouco tempo v\u00e3o ser os gestores dos territ\u00f3rios em que vivem e os tomadores de decis\u00e3o. E as press\u00f5es continuam sendo muitas. Mesmo que o movimento ind\u00edgena esteja maravilhosamente assumindo seu protagonismo, ganhando espa\u00e7o no mundo, os problemas v\u00e3o continuar, e as solu\u00e7\u00f5es t\u00eam que ser encontradas\u201d, ressalta Maria dos \u00cdndios.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Aos 7 anos de idade, Neymar perdeu o pai. Um homem negro, chamado Kleber, que morreu com um tiro nas costas. Segundo a fam\u00edlia, o assassino foi um policial militar. 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