{"id":369749,"date":"2025-11-08T01:00:17","date_gmt":"2025-11-08T04:00:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=369749"},"modified":"2025-11-06T00:41:22","modified_gmt":"2025-11-06T03:41:22","slug":"toda-a-poesia-aos-olhos-leitores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/toda-a-poesia-aos-olhos-leitores\/","title":{"rendered":"TODA A POESIA AOS OLHOS LEITORES"},"content":{"rendered":"<p>EM 14\/10 tive a alegria de ver publicado no <strong>CAF\u00c9 LITER\u00c1RIO \u2013 NOTIBRAS<\/strong> a minha entrevista.<\/p>\n<p>Nela conto um pouco da minha trajet\u00f3ria pessoal, do meu processo de cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria.<\/p>\n<p>Senti falta de explicitar um pouco mais da minha produ\u00e7\u00e3o, em especial dos meus livros de poesia at\u00e9 ent\u00e3o publicados.<\/p>\n<p>Assim, apresento a seguir os livros de poesia publicados e alguns poemas que fazem parte de cada cole\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Que seja um momento leitor prazeroso na vida de cada um que por aqui perambular com bons olhos leitores!<\/p>\n<p><strong>\u201cIN\u00c9DITOS, INEXATOS &#8211; uma cole\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e vidro\u201d<\/strong> (Ed. FOLHEANDO)<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-369750\" src=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-I-212x300.png\" alt=\"\" width=\"212\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-I-212x300.png 212w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-I.png 453w\" sizes=\"auto, (max-width: 212px) 100vw, 212px\" \/><\/p>\n<p>Em <strong>\u201cIn\u00e9ditos, inexatos &#8211; uma cole\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e vidro\u201d<\/strong>, ambos os elementos fluem e lampejam aderentes \u00e0 composi\u00e7\u00e3o com intensa gama de simbolismos.<\/p>\n<p>A \u00e1gua, elemento vital, a pr\u00f3pria exist\u00eancia, perambula na superf\u00edcie e nas entrelinhas dos versos. Desvela e vivifica a mais que necess\u00e1ria comunh\u00e3o: homem e Natureza. Ainda acolhem imagens do vidro, seus espelhamentos. Algo do elaborado pelas m\u00e3os e quereres, pelos atos e dizeres transparentes, reveladores.<\/p>\n<p>Convidam cada leitor a acolher os poemas com olhos de quem v\u00ea o fundo e o respirar dos tantos sentimentos humanos que correm e brilham no viver de todos n\u00f3s.<\/p>\n<p><strong>\u201cIn\u00e9ditos, inexatos\u201d<\/strong> possibilitar\u00e1 um mergulho na experi\u00eancia de cada um, revelada pelas palavras e ao mesmo tempo um resplandecer de tantos anseios da humanidade, tantos detalhes de ver e estar no mundo. de hist\u00f3rias<\/p>\n<p>https:\/\/editorafolheando.com.br\/<\/p>\n<p><strong>ANJO ENJAULADO, DEM\u00d4NIO A SOLTA<\/strong><\/p>\n<p>Voc\u00ea que est\u00e1<br \/>\npresente<br \/>\nneste poema aquoso<br \/>\nque almeja sem saber<br \/>\nasas sem pecado<br \/>\nficar\u00e1 liberto nas primeiras s\u00edlabas<br \/>\ndissonantes<br \/>\nsibilantes<br \/>\nou oclusivas.<\/p>\n<p>Eu<br \/>\nde cabelo lambido<br \/>\nj\u00e1 desejei ser outro.<\/p>\n<p>Ela<br \/>\nque me odeia<br \/>\ne fere<br \/>\nindelevelmente<br \/>\ne me trocaria por um gato<br \/>\nrapidamente.<\/p>\n<p><strong>SEM SABER O AMOR (ED. PRIMATA)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-369751\" src=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-II-225x300.png\" alt=\"\" width=\"225\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-II-225x300.png 225w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-II.png 240w\" sizes=\"auto, (max-width: 225px) 100vw, 225px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201cSEM SABER O AMOR\u201d<\/strong> entrela\u00e7a em delicado invent\u00e1rio memorial\u00edstico e afetivo tr\u00eas breves cole\u00e7\u00f5es de poemas: a primeira, oferece aos olhos leitores reminisc\u00eancias e vislumbres da inf\u00e2ncia como um mais que feliz regresso. Depois, os versos se remetem, em linhas e entrelinhas, ao fazer da escrita: seus percal\u00e7os, perip\u00e9cias, encantos. No terceiro conjunto, o sentimento humano paira, sua diversidade aflora e inunda o momento leitor.<\/p>\n<p><strong>\u201cSEM SABER O AMOR\u201d<\/strong> \u00e9 um livro alegre, sutil, amoroso. Abre-se aos nossos<br \/>\n\u00edntimos sil\u00eancios, \u00e0s nossas cumplicidades e andan\u00e7as. Quem n\u00e3o tem algum campo de regresso a revisitar? Com tantos relembramentos, celebramos a exist\u00eancia humana: suas agruras e para\u00edsos.<\/p>\n<p>https:\/\/www.editoraprimata.com\/sem-saber-o-amor-de-antonio-gil-neto\/p<\/p>\n<p>\u201cenquanto todos dormem<br \/>\nacordo tempestades<br \/>\namanhe\u00e7o rios<br \/>\nfio o indiz\u00edvel\u201d<\/p>\n<p>\u201ca gente sente<br \/>\narraigada<br \/>\nna pele<br \/>\nno que acaricia<br \/>\nnos v\u00edveres<br \/>\na seda da espera<br \/>\no tang\u00edvel<br \/>\na aura do que se traga e traduz<br \/>\nem poesia\u201d<\/p>\n<p>\u201cOs olhos fotografam as mem\u00f3rias<br \/>\nmo\u00eddas<br \/>\namarrotadas<br \/>\njoias,<br \/>\nmas seus brilhos.\u201d<\/p>\n<p>\u201cSou mosca<br \/>\nde mim mesmo<br \/>\nprocurando a brecha<br \/>\nno vidro<br \/>\npara ser<br \/>\ncantoria<br \/>\nde p\u00e1ssaro\u201d<\/p>\n<p><strong>DESERTOS,P\u00c1SSAROS,QUINTAIS ( CARAVANA ED.)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-369752\" src=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-III-300x300.png\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-III-300x300.png 300w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-III-150x150.png 150w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-III-768x768.png 768w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-III-80x80.png 80w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-III.png 894w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p>Compreende-se <strong>\u201cDeserto, p\u00e1ssaros, quintais\u201d<\/strong> como um resgate v\u00edvido de reminisc\u00eancias. Um espa\u00e7o silente nos cotidianos que guardam hist\u00f3rias, revelando suas asas adormecidas, detalhes da exist\u00eancia. Os cantos de vida semeados nos poemas, interligam-se em sutis agrupamentos tem\u00e1ticos: cen\u00e1rios da inf\u00e2ncia, a lida com as palavras no fazer po\u00e9tico, acontecimentos de puro e intenso afeto, olhares d\u00edspares e m\u00faltiplos frente aos acontecimentos triviais, singulares. T\u00eam algo de inusitado voo. De brincadeira vivaz.<\/p>\n<p>Deserto, p\u00e1ssaros, quintais\u201d quer conduzir o leitor a um campo liberto de sensa\u00e7\u00f5es: da palavra, criando vozes; do afeto, perambulando pelas entrelinhas dos versos; dos regressos, presentificando-se na mem\u00f3ria de cada um.<\/p>\n<p>Nesse al\u00e7ar de tantos sentimentos tramados, atordoados ao encontro com os versos, por certo vir\u00e3o a tona tantas novas cores e sentidos! Como cantiga de p\u00e1ssaros buscando caminhos na imensid\u00e3o, entre a aridez e os jardins, os poemas vislumbrar\u00e3o cotidianos ausentes. Pode ser que o voo de cada leitor crie pungentes rumos para cada poema. Assim o deserto ser\u00e1 um quintal feliz!<\/p>\n<p>.https:\/\/caravanagrupoeditorial.com.br\/produto\/desertos-passaros-quintais\/<\/p>\n<p>\u201csou um desses cantos debatendo-se no deserto<br \/>\nao sopro dos ventos<br \/>\nmusicando-se<\/p>\n<p>(&#8230;)<br \/>\nbrinco com as pessoas que moram em mim e que enlevam o meu cora\u00e7\u00e3o desnudo<br \/>\namanhe\u00e7o esperan\u00e7ado por ouvir mais o c\u00e2ntico das \u00e1guas e a alvorada dos p\u00e1ssaros<br \/>\n(&#8230;)<\/p>\n<p>Em desabrochado,<br \/>\ninvento<br \/>\ndesmedidos quintais<br \/>\ninfindo<br \/>\nsentimento.\u201d<\/p>\n<p><strong>\u201cSIL\u00caNCIOS, SEUS ESTILHA\u00c7OS DE SEDA\u201d ( ED. FOLHEANDO)<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-369753\" src=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-IV-300x297.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"297\" srcset=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-IV-300x297.jpg 300w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-IV-150x150.jpg 150w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-IV-80x80.jpg 80w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-IV.jpg 646w\" sizes=\"auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><strong>\u201cSil\u00eancios, seus estilha\u00e7os de seda\u201d<\/strong> passeia pelos esconderijos do que fora vivido no mais intimo dos sentimentos humanos: tessituras vivas das rela\u00e7\u00f5es afetivas, talvez secretas. Mescla mem\u00f3ria e inven\u00e7\u00e3o: estrat\u00e9gia pulsante do rec\u00f4ndito e das tantas emo\u00e7\u00f5es que se revelam e a\u2000afloram a olhos nus, v\u00edvidos.<\/p>\n<p>Num primeiro conjunto, os poemas podem despertar sentimentos mais leves. Lembran\u00e7as fluem em tons mais suaves com alguma delicadeza. No segundo, emerge o inesperado; talvez o irreverente, o vertiginoso. O percurso po\u00e9tico abra\u00e7a o leitor. Leva-o a se adentrar com vagar pelos sil\u00eancios musicados e ca\u00f3ticos da vida. No que flui \u00e0 leitura, novas intensidades silenciosas se reverberam. E brincam com cada um, c\u00famplices. \u00c9 de se esperar que muitas hist\u00f3rias de amoroso sentimento e afetos sejam desenla\u00e7ados. Nas suas diagonais &#8211; entre conforto e alguma dor, devaneio e intimidade &#8211; as palavras desabrochar\u00e3o em novos barulhos e can\u00e7\u00f5es acolhidas pelo sil\u00eancio de cada um. Pelo amoroso imprescind\u00edvel.<\/p>\n<p>https:\/\/editorafolheando.com.br\/<\/p>\n<p><strong>REENCONTRO<\/strong><\/p>\n<p>Quando te abracei<br \/>\nno sil\u00eancio da tarde enclausurada<br \/>\num vazio dissolveu-se<\/p>\n<p>O doce que pedimos no balc\u00e3o<br \/>\no caf\u00e9 com um pouquinho de leite<br \/>\nn\u00e3o enviesaram os nossos olhos<\/p>\n<p>O ru\u00eddo dos carros chapinhando aguaceiro<br \/>\nadentrou-se e ficou m\u00ednimo diante dos nossos cora\u00e7\u00f5es<br \/>\nribombando<br \/>\nque desenhavam flores e frutos de cristal<br \/>\nno ar comum<br \/>\nimpercept\u00edvel<br \/>\ndo acaso<\/p>\n<p><strong>\u201c\u00c1GUA,PEDRA,FLOR\u201d -( MONDRU EDITORA )<\/strong><\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-369754\" src=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-V-207x300.png\" alt=\"\" width=\"207\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-V-207x300.png 207w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-V-707x1024.png 707w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-V-768x1112.png 768w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Imagem-V.png 923w\" sizes=\"auto, (max-width: 207px) 100vw, 207px\" \/><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-369755\" src=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Image-VI-240x300.png\" alt=\"\" width=\"240\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Image-VI-240x300.png 240w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Image-VI-819x1024.png 819w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Image-VI-768x960.png 768w, https:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/Image-VI.png 1080w\" sizes=\"auto, (max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/p>\n<p style=\"text-align: left;\">HTTPS:\/\/MONDRU.COM\/PRODUTO\/AGUA-PEDRA-FLOR\/<\/p>\n<p><strong>INVIS\u00cdVEL<\/strong><br \/>\napago-me nas horas vazias<br \/>\ndiluo-me no n\u00e9ctar das dores<br \/>\nbusco encantos<\/p>\n<p>sou inocente de todas as culpas e estragos<br \/>\nculpado por esquecer alguma forma de perd\u00e3o<br \/>\ne enlevo<\/p>\n<p>abra\u00e7o-me como se fosse esvair em mil\u00eanios<br \/>\naprendo com as flores<br \/>\nseu grafar de destinos<\/p>\n<p>olho-me nas palavras quando elas desvelam suas inquietudes<br \/>\ne transbordo<\/p>\n<p>sou objeto com vida secreta<br \/>\ngenu\u00edna<br \/>\ninexata<\/p>\n<p><strong>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Antonio Gil Neto, nasceu em Taia\u00e7u, interior paulista. Graduou-se em Pedagogia e Letras. Mudou-se para S\u00e3o Paulo, capital, onde construiu sua carreira profissional na Educa\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Em paralelo, atuou em v\u00e1rios projetos de forma\u00e7\u00e3o de educadores e em publica\u00e7\u00f5es did\u00e1ticas, vinculadas ao ensino da nossa l\u00edngua. <\/strong><br \/>\n<strong>Escreveu livros de literatura juvenil: \u201cA flor da pele\u201d e \u201cCartas Marcadas\u201d (Ed. Cortez). Tamb\u00e9m \u00e9 organizador\/autor de \u201cA mem\u00f3ria brinca: uma ciranda de hist\u00f3rias do ensino municipal paulistano\u201d (Imprensa Oficial).<\/strong><br \/>\n<strong>Publicou recentemente poesia: \u201cIn\u00e9ditos, inexatos &#8211; uma cole\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e vidro\u201d (Ed. Folheando), \u201cSem Saber o Amor\u201d (Ed. Primata), \u201cDesertos, p\u00e1ssaros, quintais\u201d (Caravana editorial), \u201cSil\u00eancios, seus estilha\u00e7os de seda\u201d(Ed. Folheando) e\u201c \u00c1gua, pedra, flor (Mondru Editora).<\/strong><br \/>\n<strong>Atualmente mora em Ribeir\u00e3o Preto, SP. Dedica-se a viajar, ao imprescind\u00edvel das leituras, a (re)escrever com alegria tantos escritos criados ao longo do tempo.<\/strong><\/p>\n<p><strong>E-mail: antoniogneto@uol.com.br<\/strong><\/p>\n<p><strong>Instagram: https:\/\/www.instagram.com\/267gil\/<\/strong><\/p>\n<p><strong>Facebook:https:\/\/www.facebook.com\/antonio.g.neto.71<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>EM 14\/10 tive a alegria de ver publicado no CAF\u00c9 LITER\u00c1RIO \u2013 NOTIBRAS a minha entrevista. Nela conto um pouco da minha trajet\u00f3ria pessoal, do meu processo de cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria. Senti falta de explicitar um pouco mais da minha produ\u00e7\u00e3o, em especial dos meus livros de poesia at\u00e9 ent\u00e3o publicados. 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