{"id":376447,"date":"2025-12-28T01:15:30","date_gmt":"2025-12-28T04:15:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=376447"},"modified":"2025-12-26T12:14:51","modified_gmt":"2025-12-26T15:14:51","slug":"entre-a-saudade-e-o-poder-um-homem-que-temia-o-esquecimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/entre-a-saudade-e-o-poder-um-homem-que-temia-o-esquecimento\/","title":{"rendered":"ENTRE A SAUDADE E O PODER, UM HOMEM QUE TEMIA O ESQUECIMENTO"},"content":{"rendered":"<p>Folheio ao acaso a colet\u00e2nea de cr\u00f4nicas As Florestas e, mais de uma vez, esbarro na mesma sombra: a inquieta\u00e7\u00e3o do poeta diante da mem\u00f3ria. Quem se lembrar\u00e1 de mim quando eu n\u00e3o estiver? \u00c9 um temor quase infantil, mas tamb\u00e9m \u00e9 um dos mais humanos e, em Schmidt, soa como press\u00e1gio. H\u00e1 nele essa mania de despedida, como se a vida inteira fosse uma carta escrita \u00e0s pressas para o futuro, uma tentativa de permanecer.<\/p>\n<p>Nasceu no Rio de Janeiro, em 18 de abril de 1906, e cedo a exist\u00eancia lhe ensinou que o mundo \u00e9 transit\u00f3rio. Na inf\u00e2ncia, morou na Su\u00ed\u00e7a, enquanto os pais se perdiam em tratamentos contra a tuberculose; morto o pai, a fam\u00edlia regressou ao Brasil e a estabilidade virou miragem. A vida foi modesta: Boca do Mato, no sub\u00farbio carioca do M\u00e9ier, internato do Granbery em Juiz de Fora, e, por fim, Copacabana, onde se fixou com a m\u00e3e e os av\u00f3s e residiu pelo resto da vida. Antes do mito, veio o homem pr\u00e1tico: caixeiro em loja de tecidos, gerente de serraria em Nova Igua\u00e7u. E j\u00e1 ali, nesse come\u00e7o sem glamour, aparece o primeiro sinal do seu \u201clado B\u201d: Schmidt sempre teve um talento evidente para os neg\u00f3cios, um faro de comerciante convivendo, sem cerim\u00f4nia, com a dor de poeta.<\/p>\n<p>Hoje o classificam como poeta da segunda gera\u00e7\u00e3o do Modernismo, embora ele n\u00e3o pare\u00e7a ter pertencido, \u00e0 \u00e9poca, a grupo algum: era um sat\u00e9lite, com \u00f3rbita pr\u00f3pria, mais \u00edntimo do que greg\u00e1rio. Mas a sua vida n\u00e3o coube no verso. Fez pol\u00edtica \u2014 boa pol\u00edtica, dizem \u2014 e foi muito pr\u00f3ximo de Juscelino Kubitschek durante e depois do governo. Como redator de discursos presidenciais, atribui-se a ele a cria\u00e7\u00e3o do lema \u201c50 anos em 5\u201d. Foi embaixador do Brasil junto \u00e0 comunidade europeia, ajudou a imaginar a Opera\u00e7\u00e3o Panamericana, com o objetivo de promover o desenvolvimento econ\u00f4mico da Am\u00e9rica Latina. Tamb\u00e9m mergulhou no mundo empresarial e financeiro: presidiu conselho de ind\u00fastria qu\u00edmica, trouxe ao Brasil o conceito de supermercado de autosservi\u00e7o que conheceu nos Estados Unidos, e fundou os supermercados Disco no ent\u00e3o Estado da Guanabara. A figura que se desenha \u00e9 curiosa: um homem que escreve sobre solid\u00e3o e finitude, mas sabe lidar com cifras, estruturas e m\u00e1quinas; um poeta que fala de aus\u00eancias, mas que se p\u00f5e bem no centro do pa\u00eds que queria moldar.<\/p>\n<p>Como cronista, espalhou por jornais e revistas a mesma mat\u00e9ria \u00edntima de sua lira: o amor que j\u00e1 passou, as pessoas que n\u00e3o voltam, a morte, a solid\u00e3o, a sensa\u00e7\u00e3o de que a vida escorre. Manuel Bandeira, seu amigo de longa data, via nos poemas de Schmidt um tom b\u00edblico, prof\u00e9tico e, ao mesmo tempo, fazia a observa\u00e7\u00e3o maliciosa e afetiva de que ele jamais tivera a virtude de construir um soneto dentro da m\u00e9trica. O que Bandeira parecia captar, no fundo, era essa natureza de Schmidt: grandioso e desajeitado, solene e imperfeito, imenso no sopro e irregular na carpintaria.<\/p>\n<p>E havia nele um Schmidt de cena, quase cinematogr\u00e1fico, que os amigos guardaram como lembran\u00e7a: num ver\u00e3o dos anos 20, Bandeira aconselhando o poeta, suarento, enfiado num terno modesto e colarinho aberto, a fazer regime para emagrecer e, assim, ter o sucesso com mulheres que invejava nos amigos. Paulo Mendes Campos descreve a primeira vez em que o viu: depois de longa amizade epistolar, o jovem mineiro telefonou a Schmidt de um bar, no Rio, e o poeta chegou num autom\u00f3vel fabuloso, de terno azul, com um cravo vermelho na lapela. Pediu ao gar\u00e7om um sorvete complicado e discursou meia hora sobre futebol, como se o mundo se resolvesse ali, entre uma colherada e outra. Em 1945, quando Pablo Neruda visitava o Brasil, a roda da noite carioca incluiu Schmidt; no fim, ele levou todos ao apartamento na rua Almirante Gon\u00e7alves, esquina com Atl\u00e2ntica, em Copacabana, e abriu a adega com a generosidade de quem sabe que a vida \u00e9 breve. Campos se recorda de uma cena pequena, que talvez explique muitas coisas: Schmidt comendo uma tangerina e perguntando a Neruda, que bebia um vinho franc\u00eas, se no mundo de amanh\u00e3 seria dado a todos beber um vinho como aquele. O chileno respondeu com voz firme:<em> si, ciertamente<\/em>. \u00c9 dif\u00edcil n\u00e3o ler essa cena como s\u00edmbolo e tamb\u00e9m como autoacusa\u00e7\u00e3o. O poeta, ali, parece medir a dist\u00e2ncia entre o ideal e o privil\u00e9gio, entre o sonho de justi\u00e7a e o fato de estar, naquele instante, do lado confort\u00e1vel do mundo.<\/p>\n<p>Ele chegou a ter uma editora com seu nome e lan\u00e7ou obras decisivas, como Casa-Grande &amp; Senzala, de Gilberto Freyre, Caminho para a dist\u00e2ncia, de Vinicius de Moraes, e Caet\u00e9s, de Graciliano Ramos. Ao ser apresentado a Vinicius, desconfiou do garoto \u2014 \u201cmas \u00e9 uma crian\u00e7a\u2026\u201d \u2014 e Vinicius se ofendeu, como se o poeta tivesse negado n\u00e3o um livro, mas um destino. No entanto, ali tamb\u00e9m nasceu uma amizade duradoura. No fim dos anos 70, Vinicius diria, conversando com certo jornalista: \u201cpoeta mesmo foi o Schmidt.\u201d Esse testemunho, vindo de quem vinha, \u00e9 quase um selo: Schmidt era reconhecido, amado e, \u00e0 sua maneira, venerado.<\/p>\n<p>O mesmo jornalista menciona uma hist\u00f3ria que permite ver como Schmidt era dado a contradi\u00e7\u00f5es. Certa feita, o poeta convidou-o \u00e0 cidade serrana fluminense de Teres\u00f3polis, onde havia um jogo de bacar\u00e1. Depois de jogarem a tarde toda, Schmidt disse que queria passar na casa de um parente, residente naquela cidade, que estava gravemente enfermo. Ao sair da casa do parente, Schmidt chorou, desconsolado, no ombro do amigo. Ao chegar no carro, entretanto, mandou que o motorista ligasse o r\u00e1dio, no qual estava tocando uma m\u00fasica ent\u00e3o em voga no carnaval, a marchinha &#8220;N\u00f3s, os Carecas&#8221;. Schmidt riu. Absorveu rapidamente os versos da m\u00fasica e ficou o resto da viagem cantando e divertindo-se.<\/p>\n<p>Mas o \u201clado B\u201d se insinua de novo quando a biografia encosta no \u00edntimo. Schmidt amou v\u00e1rias mulheres, casou-se com Yedda Lemos, sobrinha de Jayme Ovalle, em 1936, e em alguns poemas deixa escapar a dor de n\u00e3o ter tido filhos: o ber\u00e7o vazio, os tra\u00e7os que ningu\u00e9m herdou. H\u00e1 uma cr\u00f4nica em que ele espia, do apartamento, a janela vizinha: um filho se preparando para dormir, abra\u00e7ando o pai. Schmidt conclui que aquele homem era o mais rico dentre todos, porque recebia o afeto do filho. E, no entanto, durante o invent\u00e1rio de Dona Yedda, surgiu contra o esp\u00f3lio uma reivindica\u00e7\u00e3o de paternidade por parte da filha de uma ex-empregada de importante jornalista e colunista social carioca. Talvez o poeta tenha deixado heran\u00e7a, n\u00e3o pela via que desejou, mas pela via tortuosa da vida, que \u00e0s vezes concede aquilo que negou, por\u00e9m tarde demais, e com o sabor amargo de uma hist\u00f3ria que n\u00e3o se viveu. O assunto, ao que consta, vem sendo tratado pelos tribunais. O homem que temeu o esquecimento talvez tenha sido lembrado justamente por um fio de sangue que n\u00e3o p\u00f4de abra\u00e7ar.<\/p>\n<p>E ent\u00e3o h\u00e1 o detalhe mais estranho e mais belo, porque toda vida grande tem suas pequenas excentricidades simb\u00f3licas: Schmidt, sempre gordo, sempre de \u00f3culos, por muitos anos teve um galo de estima\u00e7\u00e3o. Um galo branco, enorme, hier\u00e1tico, misterioso, a espreitar no escuro, enquanto, antes da alba, o homem de neg\u00f3cios misturado ao escritor j\u00e1 perambulava pelo apartamento, pronto a escrever e a pensar o Brasil que queria ver independente e desenvolvido. O galo parece uma criatura sa\u00edda de seus pr\u00f3prios versos: uma vig\u00edlia dom\u00e9stica, uma sentinela do tempo, um or\u00e1culo sem fala. Morreu de enfarto, triste com a situa\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, num abafado 8 de fevereiro de 1965, e foi sepultado no S\u00e3o Jo\u00e3o Batista. Pouco depois, o governo da Guanabara lhe rendeu homenagens p\u00fablicas: o viaduto pr\u00f3ximo ao Corte do Cantagalo, entre Lagoa e Copacapana, e uma escola municipal no Engenho de Dentro, na rua Mapurari. A cidade, que costuma esquecer, ofereceu-lhe placas, como se placas fossem ant\u00eddoto contra o obl\u00edvio.<\/p>\n<p>Hoje a literatura sobre Augusto Frederico Schmidt \u00e9 escassa. O mercado editorial brasileiro parece dever uma reedi\u00e7\u00e3o decente de suas obras po\u00e9ticas, negoci\u00e1vel com a Funda\u00e7\u00e3o Yedda e Augusto Frederico Schmidt, detentora dos direitos, reunidas pela \u00faltima vez em volume \u00fanico em 1996, pela TopBooks e Faculdade da Cidade, com textos laudat\u00f3rios de Ant\u00f4nio Carlos Magalh\u00e3es e Roberto Marinho, amigos do poeta. Houve tamb\u00e9m um retorno do nome \u00e0 m\u00eddia quando a Rede Globo lan\u00e7ou a miniss\u00e9rie JK, em 2006, e Schmidt foi belamente interpretado por Ant\u00f4nio Calloni. A vida do poeta, por si s\u00f3, daria um filme. E o jornalista Waldir Ribeiro do Val, secret\u00e1rio e revisor do poeta por alguns anos, publicou em 2020 a excelente Vida e Poesia de Augusto Frederico Schmidt \u2014 um gesto de repara\u00e7\u00e3o tardia, mas necess\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u00c9 aqui, por\u00e9m, que o meu texto muda de temperatura. Porque existe o Schmidt que se admira sem perguntas, e existe o Schmidt que, quanto mais se admira, mais se interroga. Estamos em 2025, e a preocupa\u00e7\u00e3o do poeta de ser esquecido felizmente n\u00e3o se concretizou: ele continua vivo nos leitores que levam adiante versos como estes: \u201cse os meus l\u00e1bios de morto se abrissem\/permitindo que a minha voz de morto despertasse\/que as minhas m\u00e3os de morto retomassem a for\u00e7a perdida\u2026\u201d Um poema que parece escrito j\u00e1 do outro lado, como se o corpo fosse um casulo e a voz, uma coisa teimosa, recusando-se a morrer. Eu o leio e sinto o peso do que n\u00e3o se apaga.<\/p>\n<p>E \u00e9 justamente por admir\u00e1-lo, como homem que amava o Brasil e como poeta, que tento perdoar suas falhas. Cheio de contradi\u00e7\u00f5es e defeitos, como todos n\u00f3s. Quem est\u00e1 isento de erros quando a vida oferece suas encruzilhadas tentadoras e ilus\u00f3rias? Talvez tudo o que ele fez, do balc\u00e3o ao palanque, do poema ao memorando, fosse a tentativa de realizar um sonho \u00edntimo, um ideal. Resta a pergunta inc\u00f4moda: foi mais para si mesmo ou para os outros?<\/p>\n<p>Como empres\u00e1rio e homem rico, Schmidt apoiou os ventos golpistas que culminaram no fat\u00eddico 1964. N\u00e3o me recordo de v\u00ea-lo derramar elogios saudosos \u00e0 democracia, nem erguer a voz com f\u00faria contra as amea\u00e7as que ela sofreria. Ele ainda estava vivo e atento quando, em junho de 1964, os direitos pol\u00edticos do senador Juscelino, seu \u00edntimo amigo, foram cassados, e JK embarcou para a Europa ainda esperan\u00e7oso de que a tirania n\u00e3o durasse e que voltaria candidato em 1965. \u00c9 dif\u00edcil julgar homens desaparecidos sob lentes contempor\u00e2neas, sabendo os rumos que a hist\u00f3ria tomou. Os positivistas que depuseram o imperador poderiam prever Deodoro fraco e Floriano tir\u00e2nico? O revolucion\u00e1rio de 1930 imaginaria o Estado Novo? Schmidt, em seu \u00edntimo, temia sinceramente pelo Brasil diante das articula\u00e7\u00f5es militares que sacudiam o fim do governo Goulart? Essas respostas hoje pertencem aos historiadores, aos cientistas pol\u00edticos, aos estudiosos. Poucas testemunhas restam.<\/p>\n<p>Ainda assim, a d\u00favida me assalta, e me assalta n\u00e3o por \u00f3dio, mas por decep\u00e7\u00e3o. Decep\u00e7\u00e3o \u00e9 um tipo de amor exigente. Poeta, eu te digo: foste grande, inquestionavelmente. Mesmo como pol\u00edtico sem mandato, foste importante e nos colocaste no debate entre os grandes. Mas, como democrata, creio que falhaste naquela ocasi\u00e3o. E digo isso sem te cancelar, sem te reduzir, sem te empobrecer, porque a grandeza verdadeira n\u00e3o precisa de santo, precisa de humano.<\/p>\n<p>Isso n\u00e3o macula tua poesia, asseguro. E, pensando bem, n\u00e3o deveria macular nem tua imagem pessoal, tantos anos faz que repousas no jazigo 39 da quadra 1.929 do S\u00e3o Jo\u00e3o Batista. Bem pertinho do Cazuza. Mas tu pertenceste \u00e0 hist\u00f3ria, e quem pertence \u00e0 hist\u00f3ria fica sujeito ao julgamento universal dos p\u00f3steros. H\u00e1s de te conformar, na Gl\u00f3ria Eterna, se algu\u00e9m te l\u00ea atravessadamente ao saber da tua proximidade com o marechal-presidente vindo do Cear\u00e1, com quem tinhas conversas cordiais e confer\u00eancias longas. H\u00e1 sempre um pre\u00e7o quando se frequenta o poder: o pre\u00e7o de ser lembrado tamb\u00e9m pelos corredores, n\u00e3o apenas pelos versos.<\/p>\n<p>E, no entanto, conhecendo teus erros, eu ainda recito aos meus companheiros os teus poemas, como quem acende um f\u00f3sforo em noite \u00famida. Porque h\u00e1 uma parte de ti que n\u00e3o cabe em julgamento nenhum: aquela que escreve como quem pressente o fim e, ainda assim, insiste no apelo \u00e0 vida.<\/p>\n<p>\u201cChegar\u00e1 o dia do \u00faltimo poema<br \/>\nE o \u00faltimo poema sair\u00e1 para o tempo tranquilo e natural<br \/>\nSem nenhuma melancolia, como se fosse o primeiro nascido<br \/>\nDo esp\u00edrito inquieto.\u201d<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o teu lado A, e \u00e9 eterno. O lado B, por\u00e9m, \u00e9 o disco inteiro tocando junto: a saudade e a engrenagem, o profeta e o empres\u00e1rio, o homem que pediu um mundo para todos e o homem que bebeu o vinho raro, o cronista da aus\u00eancia e o operador da presen\u00e7a. Talvez seja por isso que tu temias tanto o esquecimento: porque sabias que ser lembrado n\u00e3o \u00e9 apenas permanecer. \u00c9 ser lembrado por inteiro.<\/p>\n<p><strong>\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026\u2026<\/strong><\/p>\n<p><strong>Cassiano Cond\u00e9, 82, ga\u00facho, deixou de teclar reportagens nas reda\u00e7\u00f5es por onde passou. Agora finca os p\u00e9s nas areias da Praia do Cassino, em Rio Grande, onde extrai p\u00e9rolas que se transformam em cr\u00f4nicas.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Folheio ao acaso a colet\u00e2nea de cr\u00f4nicas As Florestas e, mais de uma vez, esbarro na mesma sombra: a inquieta\u00e7\u00e3o do poeta diante da mem\u00f3ria. Quem se lembrar\u00e1 de mim quando eu n\u00e3o estiver? \u00c9 um temor quase infantil, mas tamb\u00e9m \u00e9 um dos mais humanos e, em Schmidt, soa como press\u00e1gio. 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Quem se lembrar\u00e1 de mim quando eu n\u00e3o estiver? \u00c9 um temor quase infantil, mas tamb\u00e9m \u00e9 um dos mais humanos e, em Schmidt, soa como press\u00e1gio. 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