{"id":376630,"date":"2025-12-28T04:11:32","date_gmt":"2025-12-28T07:11:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=376630"},"modified":"2025-12-28T04:14:28","modified_gmt":"2025-12-28T07:14:28","slug":"fragilidade-humana-de-hoje-e-brochante-como-a-vida-dificil-de-ontem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/fragilidade-humana-de-hoje-e-brochante-como-a-vida-dificil-de-ontem\/","title":{"rendered":"Fragilidade de hoje \u00e9 brochante como a vida dif\u00edcil levada ontem"},"content":{"rendered":"<p>Desde menino ou\u00e7o dizer que toda trag\u00e9dia na vida \u00e9 uma com\u00e9dia se vista de longe. Isso significa que temos de viver como se estiv\u00e9ssemos nos vendo de longe? N\u00e3o necessariamente. Para o romancista ingl\u00eas Horace Walpole, a exist\u00eancia \u00e9 uma com\u00e9dia para os que pensam e um flagelo para os que sentem. Mais pragm\u00e1tico, o dramaturgo irland\u00eas Oscar Wilde avaliava as desditas como uma profunda banalidade para os outros. Sou da teoria do te\u00f3logo e m\u00e9dico alem\u00e3o Albert Schweitzer, para quem a maior desgra\u00e7a da vida do homem \u00e9 o que morre entre as virilhas enquanto ele vive. Velho muito cedo e s\u00e1bio tarde demais, descobri que a trag\u00e9dia da atual gera\u00e7\u00e3o \u00e9 o corpo bonito, a alma feia e a mente vazia. \u00c9 disso que a direita tem se aproveitado.<\/p>\n<p>Atualmente, a grande calamidade social \u00e9 o nosso pr\u00f3prio descaso. Com a consci\u00eancia parcialmente infantil, temos o estranho h\u00e1bito de ser solid\u00e1rios somente ap\u00f3s as cat\u00e1strofes. Resolvida a desgraceira, acabou a solidariedade. Simples assim. Pior \u00e9 nossa teimosia em dar poder aos incompetentes, idolatrar estultos, ouvir idiotas e banalizar a covardia dos golpistas, aqueles que fogem como ratos quando s\u00e3o descobertos. Esta \u00e9 a fragilidade humana. E ela s\u00f3 \u00e9 percebida quando a trag\u00e9dia se avizinha. Um passado bastante recente de desfort\u00fanio e de pandemia mostrou a boa parte do povo brasileiro que a outra parte (felizmente a minoria) ainda n\u00e3o aprendeu a olhar os outros como seus iguais.<\/p>\n<p>Azar o deles, pois tamb\u00e9m aprendemos a v\u00ea-los como frutos do ego\u00edsmo e da mais pat\u00e9tica das trag\u00e9dias: a intoler\u00e2ncia. Rom\u00e2ntico por natureza, fa\u00e7o do vinho minha bebida preferida dos momentos mais tr\u00e1gicos e menos prazerosos. No entanto, normalmente me embebedo \u00e9 na com\u00e9dia. Sempre foi assim, inclusive nas pequenas causas, isto \u00e9, as trag\u00e9dias de antigamente. A bem da verdade, foram elas (as coisas pequenas) que me ensinaram a ser grande. Por exemplo, imaginem acabar as fichas no meio de uma liga\u00e7\u00e3o afetiva feita do orelha\u0303o. Um desastre. Mais tr\u00e1gico era datilografar errado a \u00faltima palavra da p\u00e1gina. Naquele tempo, as m\u00e1quinas de escrever n\u00e3o tinham fita corretiva.<\/p>\n<p>Ficava \u201cpussesso\u201d da vida ao perceber que a agulha da radiola havia riscado o novo LP do Roberto Carlos justamente na melhor m\u00fasica. Os xingamentos n\u00e3o cessavam quando a fita do Atari parava de funcionar, mesmo depois daquela assoprada b\u00e1sica e venturosa. Apanhava de vara naquele momento em que o locutor da r\u00e1dio preferida falava as horas ou soltava uma vinheta bem no meio da m\u00fasica que eu tinha passado horas esperando para gravar na fita K7. Miser\u00e1vel, fedap\u00ea. Sem entender patavinas de ingl\u00eas, franc\u00eas, american\u00eas ou espanhol (era tudo igual), endoidava de comer madeira caso o desventurado\u00a0<i>disc jockey<\/i>\u00a0(animador radiof\u00f4nico da \u00e9poca) n\u00e3o falasse o nome da m\u00fasica no fim da apresenta\u00e7\u00e3o. Sem recursos, j\u00e1 fiquei anos sem saber quem cantava ou como chamava aquela mu\u0301sica que tanto amava.<\/p>\n<p>A trag\u00e9dia se consumava quando o toca-fitas mastigava a fita K7 com a grava\u00e7\u00e3o da tal m\u00fasica. Eita mis\u00e9ra! \u00c0s vezes, amea\u00e7ava tirar as letras das m\u00fasicas em ingl\u00eas. Era uma cagada. Tudo errado. Ficava at\u00e9 feliz ao comprar o folheto da Fisk e descobrir que estava tudo errado mesmo. Tarde demais, pois ja\u0301 tinha decorado errado (e canto errado ate\u0301 hoje). Pior das pragas, a televis\u00e3o sempre foi minha inimiga. Ela resolvia sair do ar no \u00faltimo cap\u00edtulo da novela ou na reapresenta\u00e7\u00e3o do enlatado do The Monkees. Imaginem quem meus pais obrigavam a subir no telhado para mexer na antena. Eu n\u00e3o aguentava mais aquela pergunta cretina: \u201cMelhorou?\u201d Minha m\u00e3e gritava da janela: \u201cMelhorou o 5, o 7 e o 9, mas piorou o 4, o 11 e o 13&#8243;. Na vida familiar, a comicidade da trag\u00e9dia at\u00e9 que era gostosa.<\/p>\n<p>Come\u00e7ava com o programa Jovem Guarda, ocasi\u00e3o festiva e prop\u00edcia para molhar o biscoito com pat\u00ea. Antes disso, corria na padaria para buscar o refrigerante, mas, ap\u00f3s um quil\u00f4metro e meio de caminhada, percebia que havia esquecido o casco. E n\u00e3o havia negocia\u00e7\u00e3o com o portugu\u00eas do estabelecimento. Ir para a escola era uma festa, mesmo quando o Ki-suco vazava da garrafinha da lancheira e molhava todo o PO, o famoso p\u00e3o com ovo. Tristeza das mais tristes foi descobrir que todas as 36 fotos do anivers\u00e1rio de 15 anos tinham ficado desfocadas. Tinha vontade de pular do vaso sanit\u00e1rio ao ser avisado que, da caixa de l\u00e1pis de cor, s\u00f3 havia sobrado o branco. Alegria era ganhar o segundo picol\u00e9 gr\u00e1tis com palito premiado. Ainda hoje olho o palito na esperan\u00e7a de novas promo\u00e7\u00f5es. Curioso \u00e9 que nem faz tanto tempo assim. S\u00e3o 40, 50, 60 anos, mas nossos filhos n\u00e3o te\u0302m ideia do que significa tudo isso. Boa parte tamb\u00e9m fez quest\u00e3o de esquecer que nossa democracia foi salva justamente pela incompet\u00eancia daqueles que os desavisados lutam para manter no poder. X\u00f4, man\u00e9s!<\/p>\n<p>&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<\/p>\n<p><strong>Armando Cardoso \u00e9 presidente do Conselho Editorial de Notibras<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde menino ou\u00e7o dizer que toda trag\u00e9dia na vida \u00e9 uma com\u00e9dia se vista de longe. Isso significa que temos de viver como se estiv\u00e9ssemos nos vendo de longe? N\u00e3o necessariamente. Para o romancista ingl\u00eas Horace Walpole, a exist\u00eancia \u00e9 uma com\u00e9dia para os que pensam e um flagelo para os que sentem. 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