{"id":392514,"date":"2026-04-25T10:42:54","date_gmt":"2026-04-25T13:42:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=392514"},"modified":"2026-04-25T10:42:54","modified_gmt":"2026-04-25T13:42:54","slug":"familia-e-escola-devem-liderar-luta-antimachismo-dizem-especialistas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/familia-e-escola-devem-liderar-luta-antimachismo-dizem-especialistas\/","title":{"rendered":"Fam\u00edlia e escola devem liderar luta antimachismo, dizem especialistas"},"content":{"rendered":"<p>Em 2025, a cada 24 horas, ao menos 12 mulheres foram agredidas, em m\u00e9dia, no Brasil, o que representa 4.558 v\u00edtimas de viol\u00eancia no ano, segundo pesquisa da Rede de Observat\u00f3rios da Seguran\u00e7a. O dado se refere a casos registrados em nove estados monitorados pela rede: Amazonas, Bahia, Cear\u00e1, Maranh\u00e3o, Par\u00e1, Pernambuco, Piau\u00ed, Rio de Janeiro e S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>O machismo estrutural faz com que esses casos se repitam, na avalia\u00e7\u00e3o de especialistas entrevistados pela R\u00e1dio Nacional. Por isso, eles defendem que \u00e9 urgente a inclus\u00e3o dos homens na constru\u00e7\u00e3o de solu\u00e7\u00f5es que aumentem o engajamento masculino na luta contra a viol\u00eancia e mudem essa realidade.<\/p>\n<p>Levantamento feito pela ONU Mulheres e pelo Instituto Papo de Homem mostra que 81% dos homens e 95% das mulheres avaliam que o Brasil \u00e9 um pa\u00eds machista.<\/p>\n<p>O psic\u00f3logo Fl\u00e1vio Urra, que trabalha na reeduca\u00e7\u00e3o com foco na ressocializa\u00e7\u00e3o de autores de viol\u00eancia, considera que, diferentemente dos homens, as mulheres mudaram o mundo legitimando uma s\u00e9rie de pautas. No entanto, diz ele, \u201cos homens continuam com a mesma cabe\u00e7a de 30 anos atr\u00e1s, de 50 anos atr\u00e1s, querendo aquele modelo de fam\u00edlia, aquele modelo de mulher que n\u00e3o existe mais.\u201d<\/p>\n<p>Existem exce\u00e7\u00f5es, como o engenheiro Carlos Augusto Carvalho, de 55 anos. Em conversas com outros homens, ele aprendeu que combater o machismo \u00e9 uma luta di\u00e1ria. \u201cEu acho que o machismo \u00e9 essa coisa que est\u00e1 enraizada e que a gente tem que diariamente combater. Realmente levantar uma bandeira forte para eliminar isso do nosso caminho.\u201d<\/p>\n<p><strong>Fam\u00edlia e masculinidades<\/strong><br \/>\nO psic\u00f3logo e terapeuta familiar Alexandre Coimbra Amaral avalia que as din\u00e2micas familiares influenciam a vis\u00e3o de mundo de crian\u00e7as e adolescentes e t\u00eam um componente cultural. Ele compara a fam\u00edlia a um pa\u00eds, com seus c\u00f3digos. Quando o indiv\u00edduo nasce nesse pa\u00eds, aprende o certo, o errado, como se come e se veste, o que se pode ou n\u00e3o falar e como crian\u00e7as e idosos devem ser tratados.<\/p>\n<p>Amaral entende que existem v\u00e1rias formas de ser homem. No entanto, quando a cultura familiar assume que ser homem \u00e9 seguir o padr\u00e3o tradicional, sem outros modelos de masculinidade, entrega para a crian\u00e7a e para o adolescente uma maneira de pensar que pode favorecer a viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cEssa biografia mais enrijecida ensina que homens t\u00eam que deter o poder, precisam dominar, precisam submeter e, quando as pessoas n\u00e3o s\u00e3o regidas por esse bin\u00f4mio, domina\u00e7\u00e3o e obedi\u00eancia, a viol\u00eancia precisa aparecer como uma esp\u00e9cie de cala boca.\u201d<\/p>\n<p>Para o psic\u00f3logo, o di\u00e1logo na fam\u00edlia deve ser aberto n\u00e3o com a justificativa do homem de que foi essa a maneira como ele foi criado, mas que ele saiba questionar a cria\u00e7\u00e3o que teve.<\/p>\n<p>\u201dQue ele possa se perguntar quais foram os preju\u00edzos que eu tive na condi\u00e7\u00e3o de homem por eu ter aprendido a ser homem dessa forma, com meu pai, com meu av\u00f4, com meu tio, com meu bisav\u00f4, vendo todos esses homens. Quais foram as coisas que eles perderam na vida?\u201d<\/p>\n<p>Na opini\u00e3o do educador parental Peu Fonseca, \u00e9 preciso haver uma identidade nova, coletiva e social, pensada por homens e mulheres, que n\u00e3o leve \u00e0 viol\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 preciso que essa identidade se afaste do que nos trouxe aqui at\u00e9 hoje, porque o que nos trouxe aqui at\u00e9 hoje est\u00e1 matando mulheres. A gente n\u00e3o tem como admitir isso mais. Chega! \u00c9 preciso ensinar os nossos meninos a gostar, e n\u00e3o odiar meninas. E n\u00e3o se sentirem amea\u00e7ados. O fato de as meninas ocuparem espa\u00e7os que antes eram nossos n\u00e3o diz sobre as meninas quererem nos dominar. Diz sobre a gente n\u00e3o querer aprender coisas novas.\u201d<\/p>\n<p>Peu Fonseca \u00e9 pai de Jo\u00e3o, Irene, Teresa e Joaquim. Para ele, o grande desafio dos pais e respons\u00e1veis \u00e9 entender que o papel de cuidar n\u00e3o \u00e9 sobre controlar quem ser\u00e3o essas crian\u00e7as. Mas acolher, dialogar, orientar. \u201cIndicar caminho, corrigir rotas, ser margem e, em outros momentos, ser fluxo, ser \u00e1gua corrente, para que elas se lancem mais ao mundo.\u201d<\/p>\n<p>O consultor de empresas Felipe Requi\u00e3o trabalha com o engajamento de homens na promo\u00e7\u00e3o da equidade de g\u00eanero e na preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia contra as mulheres. Para ele, a fam\u00edlia, al\u00e9m da escola e das redes sociais, deve ser protagonista na forma\u00e7\u00e3o da masculinidade \u2013 seja ela sadia, madura, ben\u00e9fica ou t\u00f3xica.<\/p>\n<p>Requi\u00e3o acredita que a fam\u00edlia contribui quando n\u00e3o refor\u00e7a estere\u00f3tipos do tipo \u201chomem n\u00e3o chora\u201d, \u201cn\u00e3o faz trabalho dom\u00e9stico\u201d e \u201cn\u00e3o cozinha\u201d.<\/p>\n<p>O jornalista e pesquisador em masculinidades Ismael dos Anjos diz que, diferentemente das av\u00f3s e m\u00e3es, as meninas de hoje j\u00e1 aprendem que o lugar delas \u00e9 onde quiserem. Agora \u00e9 a vez de os meninos buscarem uma nova realidade em que cuidem de si e do outro.<\/p>\n<p>Ele defende que, para um futuro mais igualit\u00e1rio, brincadeiras como pol\u00edcia e ladr\u00e3o e pega-pega, por exemplo, sejam substitu\u00eddas por atividades l\u00fadicas em que os meninos sejam estimulados a ter cuidado consigo, com o outro e tamb\u00e9m com o ambiente ao redor. \u201cSe existe professor e aluna, mam\u00e3e e filhinha, por que a gente n\u00e3o ensina professor e aluno, papai e filhinho para os nossos meninos?\u201d<\/p>\n<p>Ismael dos Anjos acredita que \u201cmudar a chavinha\u201d para entender que o cuidado n\u00e3o deve ser algo compuls\u00f3rio apenas para as meninas, mas tamb\u00e9m seja algo estimulado entre os meninos desde cedo, provocar\u00e1 \u201cuma mudan\u00e7a cultural e uma mudan\u00e7a desej\u00e1vel para uma sociedade de homens que, caso ascendam a posi\u00e7\u00f5es de influ\u00eancia, de lideran\u00e7a, saibam a responsabilidade que carregam consigo nesses pap\u00e9is.\u201d<\/p>\n<p><strong>Escola no letramento de g\u00eanero<\/strong><br \/>\nSete em cada dez professores j\u00e1 presenciaram situa\u00e7\u00f5es indesejadas de sexualiza\u00e7\u00e3o e silenciamento contra meninas, segundo um estudo da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental (ONG) Serenas. A ONG trabalha na preven\u00e7\u00e3o de viol\u00eancias contra meninas e mulheres.<\/p>\n<p>A psic\u00f3loga e pesquisadora Valeska Zanello, refer\u00eancia em g\u00eanero e sa\u00fade mental, avalia que as institui\u00e7\u00f5es de ensino t\u00eam papel fundamental na promo\u00e7\u00e3o do letramento de g\u00eanero. Ela pontua que a tend\u00eancia \u00e9 reproduzir os valores aprendidos, como um ciclo de viol\u00eancia familiar. Por isso, v\u00ea na escola, na obrigatoriedade do ensino gratuito, p\u00fablico para todas as crian\u00e7as e jovens, a chance de mudar essa realidade.<\/p>\n<p>\u201cEm muitas fam\u00edlias a gente vai ter uma genealogia, uma repeti\u00e7\u00e3o dessa viol\u00eancia por muitas gera\u00e7\u00f5es. Ent\u00e3o, se minha bisav\u00f3 apanhava, minha av\u00f3 apanhava, minha m\u00e3e apanhava, o que eu como menina aprendo? \u00c9 um direito desse homem quando se sente aborrecido, n\u00e3o obedecido, recorrer \u00e0 viol\u00eancia. \u00c9 importante ent\u00e3o que isso seja problematizado.\u201d<\/p>\n<p>A coordenadora-geral de Acompanhamento e Combate \u00e0 Viol\u00eancia nas Escolas, do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o (MEC), Tha\u00eds Luz, concorda que a escola deve ser um espa\u00e7o de enfrentamento e n\u00e3o de risco.<\/p>\n<p>Ela ressalta que essa luta exige a articula\u00e7\u00e3o da escola com as fam\u00edlias, a comunidade, a rede de prote\u00e7\u00e3o, de assist\u00eancia social, de sa\u00fade e o sistema de Justi\u00e7a. Tha\u00eds Luz afirma que a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica \u00e9 importante para a transforma\u00e7\u00e3o da sociedade e tamb\u00e9m para desconstru\u00e7\u00e3o de padr\u00f5es culturais machistas.<\/p>\n<p>\u201cQuando n\u00f3s trabalhamos intencionalmente temas como respeito, equidade, empatia, resolu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica de conflitos, n\u00f3s estamos contribuindo diretamente para a preven\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia, incluindo a viol\u00eancia contra meninas e mulheres.\u201d<\/p>\n<p>Para a coordenadora-geral, historicamente, n\u00e3o \u00e9 um desafio simples. Esses s\u00e3o temas ausentes da forma\u00e7\u00e3o inicial dos professores, se tornando um desafio estrutural, mas que n\u00e3o deve ser visto como limitador. Para mudar essa realidade, o programa Escola que Protege, do MEC, se soma a outras a\u00e7\u00f5es de capacita\u00e7\u00e3o nas redes de ensino no enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia.<\/p>\n<p>Ela destaca o curso Escolas ON Viol\u00eancias OFF, em parceria com a ONG Serenas, e tamb\u00e9m cursos sobre cidadania, democracia e direitos humanos desde a escola, com o Instituto Auschwitz.<\/p>\n<p>\u201cTudo isso com o objetivo de garantir que os profissionais tenham o repert\u00f3rio necess\u00e1rio, se sintam seguros e sens\u00edveis para lidar com essas situa\u00e7\u00f5es do cotidiano da escola.\u201d<\/p>\n<p>Tha\u00eds Luz defende que, na implementa\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as, \u00e9 fundamental que gestores e entes federativos estejam comprometidos. Para ela, a escola \u00e9 a parte mais importante dessa transforma\u00e7\u00e3o, e os profissionais de educa\u00e7\u00e3o s\u00e3o os protagonistas desse processo, por isso precisam ter apoio institucional.<\/p>\n<p>\u201cEnt\u00e3o, \u00e9 muito importante tamb\u00e9m reconhecer a responsabilidade dos entes federativos em garantir as condi\u00e7\u00f5es para que essa agenda se concretize, oferecendo suporte, forma\u00e7\u00e3o e a estrutura adequada para suas redes, para suas escolas.\u201d<\/p>\n<p>Professora da Faculdade de Direito da Universidade de Bras\u00edlia (UnB), Jana\u00edna Penalva tamb\u00e9m acredita que a transforma\u00e7\u00e3o social come\u00e7a pela escola, com a forma\u00e7\u00e3o de professores e professoras capazes de identificar os estere\u00f3tipos de g\u00eanero presentes na sociedade e nos pr\u00f3prios livros produzidos para a educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Para Jana\u00edna, um ensino emancipat\u00f3rio \u00e9 muito poderoso na preven\u00e7\u00e3o de v\u00e1rias formas de viol\u00eancia, incluindo os casos de agress\u00e3o a mulheres.<\/p>\n<p>Recentemente, o governo lan\u00e7ou um pacote com a\u00e7\u00f5es que v\u00e3o do ensino b\u00e1sico \u00e0 educa\u00e7\u00e3o superior e que inclui no curr\u00edculo conte\u00fados relativos ao combate \u00e0 viol\u00eancia contra meninas e mulheres.<\/p>\n<p>O psic\u00f3logo Alexandre Coimbra Amaral concorda que a quest\u00e3o de g\u00eanero deve ser obrigat\u00f3ria na grade escolar. Ele critica a tentativa de movimentos conservadores de impedir esse avan\u00e7o afirmando se tratar de ideologia de g\u00eanero.<\/p>\n<p>\u201cEssa express\u00e3o ideologia de g\u00eanero nem existe no campo cient\u00edfico. E, portanto, n\u00e3o existe uma constru\u00e7\u00e3o de uma ideologia, o que existe \u00e9 a possibilidade de se conversar abertamente. Toda a hist\u00f3ria da psicologia mostra o seguinte: onde a palavra n\u00e3o pode existir, h\u00e1 adoecimento ps\u00edquico.\u201d<\/p>\n<p>Para o psic\u00f3logo, n\u00e3o deve ser feita uma \u201cpatologiza\u00e7\u00e3o\u201d do menino que comete uma a\u00e7\u00e3o inadequada, nem haver uma conduta punitivista como suspens\u00e3o ou castigo, mas \u00e9 necess\u00e1rio promover um di\u00e1logo que envolva tamb\u00e9m as meninas. \u201cAproveitar aquilo ali como a\u00e7\u00e3o educativa. Abrir uma roda de conversa e falar assim: \u2018o que a gente pode aprender disso aqui? Quem j\u00e1 se sentiu no lugar dele e no lugar dela?\u2019\u201d<\/p>\n<p>Amaral lembra que a pr\u00f3pria crian\u00e7a que age de forma agressiva com outra pode ter sido a v\u00edtima em circunst\u00e2ncias anteriores.<\/p>\n<p><strong>Machismo e redes sociais<\/strong><br \/>\nEstudos revelam o crescimento de discursos mis\u00f3ginos e machistas nas redes sociais. Passaram a ser comuns, entre outros, os termos machosfera, para se referir a f\u00f3runs e grupos na internet que defendem a masculinidade t\u00f3xica, o \u00f3dio \u00e0s mulheres e a oposi\u00e7\u00e3o aos direitos femininos, ou redpills, como s\u00e3o chamados os homens que teriam \u201cdespertado\u201d para uma suposta realidade em que as mulheres s\u00e3o exploradoras e manipuladoras.<\/p>\n<p>Um levantamento atualizado este ano, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, mostra que 90% dos canais do YouTube identificados em 2024 com conte\u00fado mis\u00f3gino continuam ativos na plataforma. Mais de 130 perfis seguem dispon\u00edveis e publicando v\u00eddeos.<\/p>\n<p>\u201cAs redes sociais est\u00e3o claramente, neste momento, assumindo que promovem mais o tipo de masculinidade t\u00f3xica, perversa e violenta\u201d, diz o psic\u00f3logo Alexandre Coimbra Amaral. Para ele, n\u00e3o existe neutralidade uma vez que as redes s\u00e3o regidas pelas big techs.<\/p>\n<p>Amaral avalia que a prefer\u00eancia tem sido pelo conte\u00fado que repete a mensagem masculina mais violenta, que tem mais alcance e engajamento. Ele alerta que as redes sociais s\u00e3o perigosas por serem uma esp\u00e9cie de TV em que os programas mais vistos, com mais audi\u00eancia, n\u00e3o s\u00e3o os que o p\u00fablico escolhe, mas os que elas escolhem repetir v\u00e1rias vezes.<\/p>\n<p>O psic\u00f3logo defende a constru\u00e7\u00e3o de um di\u00e1logo fora e dentro das redes que questione \u201co malef\u00edcio desse conte\u00fado para os meninos e os adolescentes, para a forma\u00e7\u00e3o dos homens e para a constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade que n\u00e3o seja regida pela barb\u00e1rie\u201d.<\/p>\n<p>O consultor Felipe Requi\u00e3o concorda que as redes sociais amplificam conte\u00fados mis\u00f3ginos, com comunidades de valida\u00e7\u00e3o. Para ele, a internet acaba tendo um papel de educar mais os meninos, na compara\u00e7\u00e3o com a forma\u00e7\u00e3o oferecida por adultos.<\/p>\n<p>\u201c\u00c0s vezes, eu dou o celular na m\u00e3o de um jovem, de um menino, achando que eu estou ocupando o espa\u00e7o dele, ocupando o tempo dele, fazendo com que ele tenha acesso \u00e0 tecnologia. Mas, na verdade, eu estou dando uma forma de educa\u00e7\u00e3o por algo, por algu\u00e9m com quem eu n\u00e3o concordo, que eu n\u00e3o conhe\u00e7o e que eu n\u00e3o tenho controle sobre o que est\u00e1 sendo falado. O desafio \u00e9 ocupar esse espa\u00e7o com alternativas reais, verdadeiras, de pertencimento masculino saud\u00e1vel.\u201d<\/p>\n<p>Para a psic\u00f3loga e pesquisadora Valeska Zanello, a internet tem um lado negativo e um positivo. Como exemplo de mau uso, as redes sociais amplificam a viol\u00eancia digital com o cometimento de novos tipos de crimes. \u201cA gente vai ter o uso da IA [intelig\u00eancia artificial], por exemplo, para divulgar fotos montadas de mulheres nuas, ent\u00e3o, um novo tipo de nude, mas que nunca existiu, mas o fato de nunca ter existido n\u00e3o impede que afete a honra, as rela\u00e7\u00f5es sociais das meninas e mulheres.\u201d<\/p>\n<p>No entanto, as novas tecnologias podem se tornar poderosas aliadas quando amplificam o letramento de g\u00eanero, a compreens\u00e3o, a desconstru\u00e7\u00e3o e a cr\u00edtica das normas sociais e estere\u00f3tipos impostos a homens e mulheres.<\/p>\n<p>As redes sociais, no seu bom uso, combatem a viol\u00eancia digital, com conte\u00fado educativos, al\u00e9m de possibilitar uma rede apoio e o alcance das den\u00fancias. As campanhas de mobiliza\u00e7\u00e3o podem ser citadas como exemplo. Uma das estrat\u00e9gias \u00e9 o uso de hashtags. Criado pela ONU Mulheres, o movimento #ElesPorElas (HeForShe) busca engajar homens e meninos na promo\u00e7\u00e3o da igualdade de g\u00eanero e no empoderamento feminino. Movimentos como o #Metoo, contra o ass\u00e9dio sexual, e o #MexeuComUmaMexeuComTodas evidenciam a import\u00e2ncia de dar voz aos movimentos de mulheres.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em 2025, a cada 24 horas, ao menos 12 mulheres foram agredidas, em m\u00e9dia, no Brasil, o que representa 4.558 v\u00edtimas de viol\u00eancia no ano, segundo pesquisa da Rede de Observat\u00f3rios da Seguran\u00e7a. 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