{"id":80939,"date":"2015-12-14T12:09:09","date_gmt":"2015-12-14T14:09:09","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=80939"},"modified":"2015-12-15T03:49:27","modified_gmt":"2015-12-15T05:49:27","slug":"brasil-vira-potencial-de-maior-cemiterio-do-mundo-para-jornalistas-assassinados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/brasil-vira-potencial-de-maior-cemiterio-do-mundo-para-jornalistas-assassinados\/","title":{"rendered":"Brasil ganha potencial de maior cemit\u00e9rio do mundo de jornalistas assassinados"},"content":{"rendered":"<h6 class=\"Assina\"><strong>Jamil Chade<\/strong><\/h6>\n<p>O Brasil continua sendo um dos pa\u00edses mais perigosos para jornalista no mundo. Um levantamento publicado nesta segunda-feira, 14, pela entidade Press Emblem Campaign (PEC), com sede em Genebra, aponta que em 2015 sete jornalistas foram assassinados no Pa\u00eds. Com esses n\u00fameros, o Brasil aparece na 7\u00aa coloca\u00e7\u00e3o entre os locais com a maior quantidade de mortes de jornalistas no mundo no ano.<\/p>\n<p>Em cinco anos, 35 jornalistas foram mortos no Brasil. Liderando a lista est\u00e1 a S\u00edria, onde 86 jornalistas foram assassinados em cinco anos, seguido do Paquist\u00e3o, com 55 mortes e do Iraque e M\u00e9xico, cada um com 46 assassinatos em cinco anos. A Som\u00e1lia teve nesse mesmo per\u00edodo 42 mortos e as Filipinas 34. Com os n\u00fameros, o Brasil supera a situa\u00e7\u00e3o em Honduras ou L\u00edbia.<\/p>\n<p><b>Guerra &#8211;\u00a0<\/b>Para o ano de 2015, o Brasil ainda empatou em n\u00famero de mortes com o I\u00eamen e Sud\u00e3o do Sul, dois pa\u00edses em guerra. Cada um deles registrou sete assassinatos. Matou-se mais jornalistas no Brasil neste ano do que na Som\u00e1lia, Paquist\u00e3o, Ucr\u00e2nia e Afeganist\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde janeiro, 128 jornalistas morreram em 31 pa\u00edses. O ano come\u00e7ou com o massacre na reda\u00e7\u00e3o da revista Charlie Hebdo e com a morte do jornalista japon\u00eas, Kenji Goto, na S\u00edria, pelo Estado Isl\u00e2mico. Metade das mortes ocorreu por atores n\u00e3o-estatais, como grupos terroristas ou organiza\u00e7\u00f5es criminosas.<\/p>\n<p>Em 2015, o local que viu a maior morte de jornalistas foi a S\u00edria, com onze v\u00edtimas. O segundo lugar ficou com Iraque e M\u00e9xico, cada um com dez jornalistas assassinados. Oito jornalistas foram mortos na Fran\u00e7a, L\u00edbia e Filipinas.<\/p>\n<p>O Oriente M\u00e9dio continua sendo a regi\u00e3o mais perigosa para jornalistas, com 38 mortes em 2015. Mas a Am\u00e9rica Latina fica em segundo lugar, com 31 assassinatos. Em dez anos, 1,1 mil jornalistas foram mortos pelo mundo, uma m\u00e9dia de 2,2 por semana.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-70065\" src=\"http:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/estadao.png\" alt=\"estadao\" width=\"99\" height=\"16\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Jamil Chade O Brasil continua sendo um dos pa\u00edses mais perigosos para jornalista no mundo. Um levantamento publicado nesta segunda-feira, 14, pela entidade Press Emblem Campaign (PEC), com sede em Genebra, aponta que em 2015 sete jornalistas foram assassinados no Pa\u00eds. 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