{"id":90316,"date":"2016-02-22T09:30:24","date_gmt":"2016-02-22T12:30:24","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=90316"},"modified":"2016-02-22T10:32:09","modified_gmt":"2016-02-22T13:32:09","slug":"dilma-pede-ao-supremo-que-rejeite-normas-da-camara-para-o-impeachment","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/dilma-pede-ao-supremo-que-rejeite-normas-da-camara-para-o-impeachment\/","title":{"rendered":"Dilma pede ao Supremo que rejeite normas da C\u00e2mara para aprovar o impeachment"},"content":{"rendered":"<h6 class=\"Assina\"><strong>Erich Decat<\/strong><\/h6>\n<p>A presidente Dilma Rousseff pediu ao Supremo Tribunal Federal a rejei\u00e7\u00e3o do recurso apresentado pela C\u00e2mara dos Deputados que questiona trechos da decis\u00e3o da Corte sobre o rito a ser obedecido no processo de impeachment.<\/p>\n<p>Encaminhado pela Advocacia-Geral da Uni\u00e3o (AGU), respons\u00e1vel pela defesa da petista, a manifesta\u00e7\u00e3o tem como um dos eixos centrais o argumento de que o embargo de declara\u00e7\u00e3o, apresentado pela C\u00e2mara, ocorreu antes da divulga\u00e7\u00e3o do ac\u00f3rd\u00e3o do julgamento sobre o processo de impedimento da presidente, realizado em dezembro.<\/p>\n<p>No documento enviado ao STF na \u00faltima sexta-feira, a AGU destaca trecho de nota t\u00e9cnica formulada pela assessoria jur\u00eddica da Casa Civil sobre a quest\u00e3o. &#8220;Para que o recurso de embargos de declara\u00e7\u00e3o seja vi\u00e1vel \u00e9 preciso, antes de tudo, que exista uma decis\u00e3o formalizada e publicada de um ac\u00f3rd\u00e3o, o que n\u00e3o h\u00e1 no presente caso. Logo, trata de um recurso que n\u00e3o tem sequer objeto&#8221;, diz trecho do documento.<\/p>\n<p>&#8220;O recurso de embargos declarat\u00f3rios, de maneira incomum, se fez instruir com um apanhado de notas e transcri\u00e7\u00f5es do julgado para suprir total aus\u00eancia de uma declara\u00e7\u00e3o formal&#8221;, afirma a nota.<\/p>\n<p>A manifesta\u00e7\u00e3o da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica foi inserida na a\u00e7\u00e3o, sob relatoria do ministro Luis Roberto Barros. Ele foi o respons\u00e1vel por conduzir no final do ano passado o julgamento na Corte sobre o rito de impedimento da presidente. Na ocasi\u00e3o, a maioria dos ministros o acompanhou em seu voto e decidiu anular o tr\u00e2mite imposto pelo presidente da C\u00e2mara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ).<\/p>\n<p><b>Regras &#8211;\u00a0<\/b>Entre as regras estabelecidas pelo STF est\u00e1 a proibi\u00e7\u00e3o de candidaturas avulsas de deputados para compor a comiss\u00e3o especial de impeachment, e a vota\u00e7\u00e3o aberta em plen\u00e1rio para a forma\u00e7\u00e3o do colegiado. Somente ap\u00f3s a aprova\u00e7\u00e3o por maioria simples dos senadores poder\u00e1 ser instaurado o procedimento, o que geraria afastamento de Dilma do cargo por 180 dias.<\/p>\n<p>A decis\u00e3o de que cabe ao Senado a palavra final sobre o processo \u00e9 refor\u00e7ada pela AGU. Os advogados do Senado tamb\u00e9m destacam o poder dado pelos ministros do Supremo para recusar processo de impeachment.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-70065\" src=\"http:\/\/www.notibras.com\/site\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/estadao.png\" alt=\"estadao\" width=\"99\" height=\"16\" \/><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Erich Decat A presidente Dilma Rousseff pediu ao Supremo Tribunal Federal a rejei\u00e7\u00e3o do recurso apresentado pela C\u00e2mara dos Deputados que questiona trechos da decis\u00e3o da Corte sobre o rito a ser obedecido no processo de impeachment. 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