{"id":92677,"date":"2016-03-07T13:45:28","date_gmt":"2016-03-07T16:45:28","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=92677"},"modified":"2016-03-07T16:48:10","modified_gmt":"2016-03-07T19:48:10","slug":"levantamento-mostra-queda-no-numero-de-focos-do-mosquito-aedes-aegypti-no-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/levantamento-mostra-queda-no-numero-de-focos-do-mosquito-aedes-aegypti-no-rio\/","title":{"rendered":"Levantamento mostra queda no n\u00famero de focos do mosquito Aedes Aegypti no Rio"},"content":{"rendered":"<p>Um levantamento realizado no per\u00edodo de 18 a 24 de fevereiro mostra que o munic\u00edpio do Rio de Janeiro apresentou o menor \u00edndice de infesta\u00e7\u00e3o predial (IIP) do mosquito do <em>Aedes Aegypti<\/em> da hist\u00f3ria da cidade para o per\u00edodo do ver\u00e3o: 0,9%.<\/p>\n<p>Os dados s\u00e3o do Levantamento de \u00cdndice R\u00e1pido do <em>Aedes aegypti<\/em> (LIRAa) e o resultado positivo coloca o munic\u00edpio na faixa verde, que representa baixo risco para ocorr\u00eancia da doen\u00e7a. O \u00edndice \u00e9 considerado satisfat\u00f3rio quando est\u00e1 abaixo de 1% de larvas do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.<\/p>\n<p>Segundo a Secretaria Municipal de Sa\u00fade, o baixo \u00edndice de infesta\u00e7\u00e3o pelo <em>Aedes aegypti<\/em> pode ser atribu\u00eddo ao constante trabalho de preven\u00e7\u00e3o e conscientiza\u00e7\u00e3o que vem sendo feito pela pr\u00f3pria Secretaria e tamb\u00e9m \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Divis\u00e3o por \u00e1reas do munic\u00edpio<\/strong><br \/>\nA metodologia do LIRAa divide o munic\u00edpio em estratos que variam de 8.100 a 12 mil im\u00f3veis com caracter\u00edsticas semelhantes. Em cada estrato s\u00e3o pesquisados pelo menos 433 im\u00f3veis e \u00e9 poss\u00edvel identificar os bairros onde est\u00e3o concentrados os focos de reprodu\u00e7\u00e3o do <em>Aedes aegypti<\/em>. A metodologia permite saber, em curto espa\u00e7o de tempo, quais \u00e1reas t\u00eam alta infesta\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de ser poss\u00edvel identificar quais os tipos de criadouros preferenciais em cada estrato, visando realizar atividades espec\u00edficas e alertar a popula\u00e7\u00e3o por meio de mobiliza\u00e7\u00f5es sociais.<\/p>\n<p><strong>\u00c1reas de baixo risco<\/strong><br \/>\nDas dez \u00c1reas Program\u00e1ticas (AP) da cidade, seis apresentaram baixo risco: 1.0 (Centro), 2.1 (Zona Sul), 3.1 (Ilha e Zona da Leopoldina), 3.2 (Grande M\u00e9ier), 3.3 (Madureira e adjac\u00eancias) e 5.1 (Bangu e adjac\u00eancias).<\/p>\n<p><strong>\u00c1reas de m\u00e9dio risco<\/strong><br \/>\nUma \u00e1rea est\u00e1 na faixa de transi\u00e7\u00e3o de baixo para m\u00e9dio \u2013 4.0 (Barra e Jacarepagu\u00e1) \u2013 e tr\u00eas indicaram m\u00e9dio risco: 2.2 (Grande Tijuca), 5.3 (Campo Grande) e 5,3 (Santa Cruz e Paci\u00eancia).<\/p>\n<p>O LIRAa ainda apontou que 26,9% dos focos do mosquito estavam em dep\u00f3sitos fixos, como ralos, bombas, piscinas n\u00e3o tratadas, cacos de vidros em muros, toldos em desn\u00edvel, calhas, sanit\u00e1rios em desuso, entre outros. Os criadouros do vetor ainda s\u00e3o muito encontrados em vasos e pratinhos de planta e em materiais descartados indevidamente, como recipientes pl\u00e1sticos, garrafas, latas, entre outros (ambos com 21,2%). Seguidos dos dep\u00f3sitos para armazenamento dom\u00e9stico de \u00e1gua como tonel, tambor, barril, tina, filtros e potes, entre outros (20,3%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um levantamento realizado no per\u00edodo de 18 a 24 de fevereiro mostra que o munic\u00edpio do Rio de Janeiro apresentou o menor \u00edndice de infesta\u00e7\u00e3o predial (IIP) do mosquito do Aedes Aegypti da hist\u00f3ria da cidade para o per\u00edodo do ver\u00e3o: 0,9%. 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