{"id":94954,"date":"2016-03-22T16:20:46","date_gmt":"2016-03-22T19:20:46","guid":{"rendered":"http:\/\/www.notibras.com\/site\/?p=94954"},"modified":"2016-03-22T20:25:53","modified_gmt":"2016-03-22T23:25:53","slug":"rio-de-janeiro-tem-media-de-1-mulher-e-9-jovens-assassinados-por-dia-aponta-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.notibras.com\/site\/rio-de-janeiro-tem-media-de-1-mulher-e-9-jovens-assassinados-por-dia-aponta-estudo\/","title":{"rendered":"Rio de Janeiro tem m\u00e9dia de 1 mulher e 9 jovens assassinados por dia, aponta estudo"},"content":{"rendered":"<p>Uma pesquisa divulgada nesta ter\u00e7a-feira (22) pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea) e pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica (FBSP) mostra que a taxa de homic\u00eddios para cada 100 mil habitantes no Rio caiu 33,3% de 2004 a 2014. Outros n\u00fameros do estado, por\u00e9m, ainda preocupam: as mortes de jovens de 15 a 29 anos e de mulheres, al\u00e9m da preval\u00eancia de homic\u00eddios de negros em rela\u00e7\u00e3o ao de brancos, por exemplo.<\/p>\n<p>Em registros absolutos, o n\u00famero de jovens entre 15 e 29 anos mortos no Rio foi de 2.703 em 2014 \u2013 \u00faltimo ano disponibilizado pela pesquisa. Entre 2004 e 2014, o houve m\u00e9dia de nove pessoas daquela idade assassinadas por dia.<\/p>\n<p>De l\u00e1 para c\u00e1, por\u00e9m, houve uma diminui\u00e7\u00e3o de 33,1% do n\u00famero de jovens assassinados \u2013 dado quase correspondente ao total do n\u00famero de homic\u00eddios em geral.<\/p>\n<p>Os homic\u00eddios da juventude colocam o Rio no terceiro lugar de mortes nesta faixa et\u00e1ria, ficando atr\u00e1s somente de Bahia e Cear\u00e1. Analisando o n\u00famero sob a taxa de homic\u00eddios por 100 mil jovens nesta faixa et\u00e1ria, o estado cai da 3\u00aa para a 12\u00aa posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O tema foi denominado no estudo como &#8220;Juventude Perdida&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Mulheres mortas<\/strong><br \/>\nO homic\u00eddio de mulheres no Rio apresentou queda de 11,7% entre 2004 e 2014, mas no \u00faltimo ano da pesquisa houve um recrudescimento. De 2013 para 2014, por exemplo, houve aumento de 15,5% (de 386 para 446).<\/p>\n<p>Analisando os 10 anos em que a pesquisa foi realizada, as v\u00edtimas fatais femininas chegaram a 4.549 \u2014 o que d\u00e1 uma m\u00e9dia de 1,2 mulheres mortas por dia entre 2004 e 2014.<\/p>\n<p>No \u00faltimo ano, o estado fluminense teve o segundo maior n\u00famero absoluto de mortes de mulheres. Levando em considera\u00e7\u00e3o a taxa de homic\u00eddio de mulheres por 100 mil mulheres, o Rio cai para a 13\u00aa posi\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Negro tem mais chance de ser morto<\/strong><br \/>\nEmbora tamb\u00e9m apresente queda, a taxa entre homic\u00eddios de negros e n\u00e3o negros causa preocupa\u00e7\u00e3o em especialistas. Os negros t\u00eam 2,3 mais chances de serem assassinados do que os n\u00e3o negros, segundo a pesquisa.<\/p>\n<p>O dado fica praticamente na m\u00e9dia do pa\u00eds, onde para cada n\u00e3o-negro morto h\u00e1 a morte de 2,4 indiv\u00edduos afrodescendentes. Durante os 10 anos da pesquisa, somente em 2010 a taxa no Estado foi menor que dois, quando foi de 1,94.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Uma pesquisa divulgada nesta ter\u00e7a-feira (22) pelo Instituto de Pesquisa Econ\u00f4mica Aplicada (Ipea) e pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica (FBSP) mostra que a taxa de homic\u00eddios para cada 100 mil habitantes no Rio caiu 33,3% de 2004 a 2014. 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