Senta que lá vem história:
“Era uma vez …
Uma biblioteca muuuito cinzenta
Repleta de labirintos, estantes enormes
E cheia, mais cheiaaaa de livros”
Mas é do aclamado sucesso de Umberto Eco
Que “O Nome da Rosa”
(vale aí o filme também!)
Ressurge no tempo
Na história, os guardiões da palavra
Eram os antigos escribas:
Monges copistas da Idade Média
Que viviam nos mosteiros
Censores? Também
Afinal, o hábito da leitura
Ainda não existia
E o livro era algo realmente
I-n-a-c-e-s-sí-v-e-l
Produzido de forma artesanal
Era um artigo caro e raro
Para bem poucos, eu diria
Mas foi graças à prensa de Gutenberg
Que tuuuudo isso mudou
E os livros ganharam páginas,
Ou melhor, números
E números de leitores também
Hoje: a Biblioteca não é mais a mesma
Mudaram os guardiões
E a cultura e a arte
Andam plenas pelos salões
Hoje, mais do que nunca
A Biblioteca está ON!
Tem Feira de Troca
Oficina, palestra
Clube do Livro
Cineclube e …
Ufa!!!
“E quem quiser
Que conte essa história
Outra vez …”


Gostei demais, Simone! Texto saboroso, gingado e cheio de invenção. Gratíssimo. Tô levando e divulgando aí pelas redes. Abraço.
Opa! Valeu d+, grande Gilberto. Ouvia um programa para crianças e … Foi vindo! rs E … vim aqui conferir. Ooooba! Vida loooonga pra TODA turma do Café! 😙☕️