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Congresso ignora fim da 6×1 e protege facções, golpistas e estupradores

A pauta social brasileira segue pulsando com urgências que afetam diretamente a vida cotidiana da população. Trabalhadores pedem condições mais dignas de trabalho. Entre as demandas mais evidentes estão o fim da escala 6×1, que exaure física e mentalmente milhões de pessoas, o enfrentamento ao endividamento crescente das famílias, a crise de segurança pública e a persistente violência contra a mulher. São temas concretos, que atravessam lares, impactam a saúde mental coletiva e exigem respostas do Estado.

Enquanto essas prioridades seguem à espera de soluções, o Congresso Nacional opta por trilhar outro caminho. A derrubada do veto presidencial ao PL da dosimetria revela uma escolha política que destoa do clamor popular. Em vez de avançar com medidas que protejam a população, o Congresso prefere beneficiar assassinos, estupradores, integrantes de organizações criminosas, como PCC e Comando Vermelho e também o ex presidente Jair Bolsonaro. A percepção que se forma é de um distanciamento preocupante entre o que se debate no parlamento e o que de fato importa para a sociedade.

Esse descompasso ajuda a explicar os elevados índices de rejeição ao Congresso, que já ultrapassam a marca dos 80%. Além da discordância ideológica, há uma crise de representação. Quando decisões legislativas parecem ignorar as demandas mais urgentes da população, o resultado é o enfraquecimento da confiança nas instituições.

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