Cleber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessou ter matado a corretora de imóveis Daiane Alves de Souza, de 43 anos, em Caldas Novas, Goiás. O crime ocorreu no dia 17 de dezembro de 2025, após uma discussão entre os dois no subsolo do prédio onde Daiane morava.
Quem é Cleber Rosa de Oliveira?
Cleber era professor em Catalão, Goiás, de 2017 a 2020 e tem dois imóveis na cidade. Ele também é síndico do prédio onde Daiane morava e tinha um histórico de conflitos com ela.
Histórico de Conflitos
Daiane e Cleber tinham um histórico de brigas e processos na Justiça. A mãe de Daiane, Nilse Alves, disse que Cleber agia como se fosse o “rei do prédio” e perseguia a filha há cerca de um ano.
Prisão e Confissão
Cleber e seu filho, Maicon Douglas de Oliveira, foram presos pela Polícia Civil na quarta-feira (28). Cleber confessou ter matado Daiane e levou a polícia ao local onde abandonou o corpo, a 15 km de Caldas Novas.
Investigação
A Polícia Civil investiga o caso como homicídio e ocultação de cadáver. O laudo da necropsia deve sair em 10 dias e a identificação do corpo será feita por tomografia computadorizada, exame da arcada dentária e DNA.
Reações
A mãe de Daiane disse que Cleber trocou o “trono por uma cela” e que a família quer um enterro digno para a corretora. O advogado de Cleber disse que a defesa tem postura colaborativa e emitirá uma nota quando tiver acesso aos autos do processo.
Audiência de Custódia
Cleber e Maicon passaram por audiência de custódia na quinta-feira (29) e vão continuar presos. A decisão de manter os investigados presos levou em conta que os mandados de prisão e de busca e apreensão foram cumpridos dentro da legalidade.
Premeditação
A Polícia Civil avalia que há indícios de premeditação no crime, cometido em Caldas Novas. O histórico de conflitos entre o síndico e a vítima, somado à forma como o crime foi executado, indica que a ação não foi impulsiva.
Conclusão
O caso de Daiane Alves de Souza é um exemplo trágico de como conflitos pessoais podem levar a consequências devastadoras. A investigação continua e a família da vítima espera por justiça.
