O estilo comportamental tirânico de Donald Trump tem sido descrito por diversos psiquiatras e psicólogos como um caso de narcisismo patológico ou maligno. Suas características psicológicas incluem grandiosidade extrema, uma necessidade constante de admiração, falta de empatia e uma tendência a explorar os outros para seus próprios fins. A essas “qualidades” devemos acrescentar a violência extrema e inconsequente.
Em psiquiatria, um estado de agressão extrema é definido como a presença de episódios repetidos, súbitos e desproporcionais de comportamento impulsivo, verbal ou físico, que resultam em danos a pessoas, animais ou propriedades. Não se trata simplesmente de um acesso de raiva, mas de uma completa perda do controle emocional que pode durar alguns instantes, com consequências insanas graves. São lapsos de esquizofrenia perigosos. E muito.
Os kardecistas acreditam que os cretinos, idiotas e loucos possuem almas inteligentes, mas limitadas na forma de pensar e de se expressar. Via-de-regra trocando alhos por bugalhos. Há uma permanente frustração da alma, porque as suas vontades insaciáveis não são plenamente atendidas. O reflexo da decepção com suas limitações é um míssil mortal disparado na massa corpórea, volumosa, frágil e vulnerável. A quebra é iminente.
Os idiotas são seres infelizes habitados por espíritos flagelados criados pela Providência Divina. Eles sofrem permanentemente perante a impossibilidade de manifestarem a inteligência adormecida por meio dos órgãos defeituosos. É o santo do pau ôco que jamais faz milagre. Embora tente, constantemente, sem perder o fôlego.
De acordo com com profissionais de saúde mental, as principais características psicológicas de Trump se manifestam através da grandiosidade e megalomania. Trump constantemente exagera suas conquistas, habilidades e superioridade em relação aos outros, muitas vezes se apresentando como o único capaz de resolver os problemas do mundo, e da humanidade. Ele se acha um “Verdadeiro Deus”, com superpoderes de curar; todavia, talvez o anticristo seja a comparação mais adequada, com superpoderes de destruir o que encontrar pela frente. Algo como o Superman, às avessas.
Vários especialistas, o descrevem com essa variante grave, que combina narcisismo com traços antissociais, paranoia e sadismo. Falta de empatia e sobra desprezo: Ele demonstra uma notável incapacidade de compreender ou validar os sentimentos dos outros, exibindo frieza ou desdém com aqueles que considera fracos ou oponentes. Os cretinos e idiotas são estropiados do cérebro, como o coxo é das pernas, o surdo é do ouvido, e o cego é dos olhos.
Assim, há uma necessidade de admiração e lealdade, como se fosse um totem sagrado a ser adorado por todos os seres viventes neste e noutros mundos. Ele busca validação externa contínua, na Terra e no espaço, exigindo admiração e lealdade incondicional, muitas vezes priorizando isso em detrimento da competência profissional. Por este motivo, certamente, está cercado de fiéis bajuladores e incompetentes. Basta olhar de relance o secretário de defesa dos Estados Unidos da América. Pasmem!
Por outro lado, Donaldo Trump está sempre pronto a reagir aos contrários com raiva e violência destrutiva, lançando respostas impensadas, desproporcionais e violentas, frequentemente atacando seus críticos por terra, água e ar. Como mecanismo de defesa, usa a arrogância como uma qualidade de liderança, projetando uma imagem de força tirânica inabalável e invencível.
O psicanalista Carl Jung, vê o idiota e o louco sob uma perspectiva profunda da psique humana. Para ele, esses termos além de rótulos depreciativos, são manifestações de conteúdos inconscientes que se revelam de formas perturbadoras. O louco, segundo Jung, pode ser um símbolo da alma em conflito, cujo comportamento aparentemente irracional é uma expressão de tensões internas não resolvidas, muitas vezes associadas à sombra, aquela parte oculta da personalidade que se recusa a ser consciente. Já o idiota, na visão junguiana, poderia representar uma consciência ainda não despertada, alguém preso em um estágio inicial do desenvolvimento psíquico, mas que carrega dentro de si uma centelha de potencial para a individuação, inteira e autêntica.
Assim, enquanto o louco pode ser visto como um grito inconsciente por ajuda, o idiota é uma alma em busca de despertar, ambos atravessando pelo sofrimento que a falta de integração psíquica provoca.
Em suma, para Jung, o “paciente” apresenta um quadro de esquizofrenia (demência precoce), uma patologia de degeneração cerebral causada por uma invasão da consciência pelos conteúdos do inconsciente coletivo. Por conseguinte, o ego enfraquecido é inundado por arquétipos e complexos autônomos, resultando em delírios e alucinações.
O Livro dos Espíritos, de Allan Kardec, nos ensina que o espírito sofredor, frustrado por não alcançar os seus objetivos, procura na morte um meio de quebrar os seus grilhões. Como todo mal tem cura, o remédio está chegando, venha de onde vier. Amém!
Qual a sua opinião sobre o idiota em pauta?
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Hussein Sabra el-Awar
Membro Conselheiro do Colégio dos Magos e Sacerdotisas
@colegiodosmagosesacerdotisas
