Iniciamos 2026 muito bem, obrigado. E digo isso sem medo de errar, porque os números estão aí, escancarados, para quem quiser ver, e também para quem insiste em fingir que não vê. O Brasil começa o ano com a menor taxa de desemprego da sua história, algo que por si só já muda o humor de um país inteiro. Trabalho não é apenas renda: é dignidade, pertencimento, perspectiva de futuro.
Nunca tivemos tantas pessoas com carteira assinada. Isso significa proteção social, direitos garantidos, menos informalidade e mais segurança para planejar a vida. Soma-se a isso o maior rendimento médio do trabalhador, que chegou a R$ 3.574, um dado que conversa diretamente com a mesa posta, com o aluguel pago em dia, com o gás comprado sem desespero.
A inflação, que tanto assombrou o cotidiano das famílias brasileiras por anos, hoje está no menor patamar acumulado em quatro anos desde o início do Plano Real. Isso não é detalhe técnico para economista: é o preço do arroz, do feijão, do leite e do remédio que finalmente pararam de subir de forma sufocante. É o alívio silencioso que se sente no mercado.
Temos também o maior número de pessoas ocupadas da história e um recorde de turistas estrangeiros visitando o país. Gente trabalhando, gente circulando, gente consumindo. O comércio sente, a economia gira, os pequenos negócios respiram. O Brasil volta a se mover com alguma fluidez depois de tempos duros demais.
Não à toa, o otimismo cresceu. Sete em cada dez brasileiros acreditam que 2026 será ainda melhor, e há razões concretas para isso. A isenção do imposto de renda para quem ganha até cinco mil reais não é só uma medida fiscal: é dinheiro que fica no bolso de quem vive do próprio trabalho. É mais consumo, mais circulação, mais justiça tributária.
Não estamos falando de milagre, nem de mágica. Estamos falando de escolhas, de política econômica com foco em gente de verdade, de reconstrução lenta, porém consistente. O Brasil começa 2026 brilhando, com dados que sustentam a esperança. E, pela primeira vez em algum tempo, essa esperança não é apenas sentimento, é fato.
