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Irã mata a cobra, mostra o pau e promete devastação geral no Oriente Médio

O Irã prometeu e está cumprindo represálias “ainda mais devastadoras” como revés de ataques contra alvos civis dos Estados Unidos e de Israel contra seu território. Universidades, infraestrutura viária e áreas residenciais têm sido alvo de bombardeio da coalizão americana-judaica.

Teerã parece não dar trégua aos agressores e mostra a cada dia estar preparada para uma longa guerra. Além de Israel, os mísseis iranianos estão causando estragos em países árabes do Golfo que insistem em manter bases americanas utilizadas para atacar o Estado dos aiatolás.

Ao mesmo tempo, o regime iraniano voltou a descartar, mais uma vez, atender ao ultimato de Donald Trump (agora estendido para a terça-feira, 7) e manter fechado o Estreito de Ormuz.

Uma série de imagens produzidas pela Reuters, que circulam em sites europeus e norte-americanos americanos, começam a mostrar o outro lado da guerra, até então censurado pelos governos da UE e de Washington. São edifícios destruídos em Haifa, Israel, e provas de aviões derrubados pela Guarda Islâmica Revolucionária.

Na madrugada desta segunda, 6 (horário local), Teerã advertiu que “se os ataques contra alvos civis continuarem, as próximas fases de nossas operações ofensivas e retaliatórias serão muito mais devastadoras e abrangentes, e as perdas e os danos causados ​​pela manutenção dessa abordagem serão dez vezes maiores”, garantiu o regime dos aiatolás.

Sem dar sossego aos inimigos, Teerã rejeita um cessar-fogo, como propõe Trump, e anuncia que só aceita um acordo de paz com o val da Rússia e da China, que já manifestaram interesse em construir uma paz duradoura, mas exigindo que os Estados Unidos e Israel indenizem a República Islâmica pelos prejuízos causados até agora.

 

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