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Poder Judiciário lança campanha para coibir violência contra mulher

O auditório do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios recebeu nesta segunda-feira (9), o lançamento da Campanha Nacional Justiça pela Paz em Casa. O encontro contou com a presença do governador Rodrigo Rollemberg, que assinou, com o presidente do tribunal, desembargador Getúlio de Moraes Oliveira, um protocolo de intenções com o objetivo de agrupar entes do Judiciário e do governo local na erradicação da violência contra a mulher.

A iniciativa visa à mobilização de todos os juizados no Distrito Federal e estados da Federação no intuito de dar maior celeridade aos processos de violência doméstica. Durante a semana, uma série de palestras e oficinas também está prevista para maiores esclarecimentos à sociedade.

“Essa não é uma luta só das mulheres, mas de todos que estão empenhados no combate a qualquer tipo de atitude contra a disseminação da justiça e da paz social. Toda violência deve ser banida para que tenhamos uma sociedade justa. Para isso, são necessárias ações rigorosas e urgentes”, acredita o governador Rodrigo Rollemberg.

Além do TJDFT e do governo do Distrito Federal, participam da campanha o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), a Defensoria Pública, a Ordem dos Advogados (OAB-DF), a Polícia Civil, a Secretaria de Políticas para as Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos e várias instituições sociais e religiosas.

Idealizada pela ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármem Lúcia, a campanha prevê ações concentradas também nos demais estados brasileiros. “Vamos punir quem deve ser punido e auxiliar quem precisa de auxílio, isso tudo da forma mais célere possível”, garantiu.

A partir de amanhã, a jurista segue rumo ao Nordeste em companhia da ministra da secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República, Eleonora Menicucci, onde reforçará os objetivos da campanha.

“Durante todo este ano vamos inaugurar entre 12 e 15 Casas da Mulher Brasileira. Serão centros de referência especializados em atender jurídica e socialmente todas aquelas que tiveram sofrido algum tipo de violência”, enfatizou Menicucci.

Ádamo Araujo, Agência Brasília

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