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Mísseis russos explodem base mercenária dos EUA

O Ministério da Defesa da Rússia anunciou neste domingo, 18, ter usado sua artilharia de mísseis de médio alcance e aviões de combate para destruir pontos de apoio dos Estados Unidos na Ucrânia. Ao menos 150 militares ucranianos e europeus, junto a mercenários de outros países, morreram na ofensiva. Também foi destruído um arsenal de bombas fornecidas por Washington.

Especificamente sobre a base de mercenários, segundo o governo russo, os mísseis focaram o QG da empresa militar privada norte-americana Blackwater (água preta), que prestava apoio logístico e mão-de-obra armada para Kiev. A equipe da Blackwater estava atuando nas imediações da cidade de Krasatorsk, na República Popular de Donetsk (DPR).

De acordo com o Ministério da Defesa da Rússia, milhares de mercenários estrangeiros viajaram para a Ucrânia para lutar ao lado das forças de Kiev em meio à operação militar especial de Moscou. O Kremlin aconselhou repetidamente os estados estrangeiros a impedir que seus cidadãos viajassem, alertando que eles não desfrutariam do status de combatente padrão.

Os ataques também atingiram o batalhão nacionalista Kraken e centros de coordenação de ataques com mísseis ucranianos localizados perto da cidade de Shurino, região de Nikolaev. Durante as operações, 47 posições de artilharia ucranianas e 127 tropas e equipamentos militares ucranianos foram atingidos.

Os ataques ocorreram como parte da contínua operação militar especial russa na Ucrânia, lançada em 24 de fevereiro pelo presidente Vladimir Putin a pedido da RPD e da República Popular de Lugansk (LPR). Ambas as repúblicas do Donbass sofreram com os bombardeios ucranianos desde que declararam a independência em resposta ao golpe apoiado pelo Ocidente em Kiev em 2014, que levou políticos nacionalistas ao poder.

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