Notibras

Na arte de pertencer ao presente

Penso que
Escrever sobre memórias
Reais ou inventadas
Deriva mais da escuta e da observação

Quanto as escrivências, de fato
A vida pede espaço para as singelezas também
Ao dia a dia e suas infinitas pequenezas

E assim como a natureza não dá saltos
O itinerário aqui é poético
Mais uma forma de olhar o mundo
E se perceber

Natureza morta?
Apenas o ciclo da vida se renovando
A cada (pequeno) passo do processo

E ao seu dispor, aonde estiver
Lá estará o cenário perfeito
Para se en(cantar) outra vez
Laboratório infinito (de possibilidades)

Então, por aí …
No caminho
Permita-se criar novas memórias
Mude o rumo se quiser
Mas respeite o ritmo aqui não-linear
E, por favor, não se desvie das flores

Como versava a canção:
“Há flores por todos os lados
Há flores em tudo o que eu vejo”

Então, qual a sua memória?
Ou melhor, o que está presente agora?
A cada ciclo, uma nova história

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