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Não se trata doença com guerra, mas com amor

A proliferação do coronavírus pode ser contada como um história de ficção. A ideia de que o coronavírus seja arma biológica criada nos Estados Unidos contra a China só poderia partir da mente de Hugo Chávez Maduro, ditador da Venezuela, dos políticos-hienas e da mídia mentirosa. Em primeiro lugar, os americanos não são idiotas a ponto de dar um tiro no próprio pé, pois em resposta os chineses despejariam petardos atômicos em solo americano e aí o inferno se desencadearia na Terra. Mas não acredito que outras raças da galáxia, muito mais adiantadas tecnologicamente do que nós, permitiriam isso. Em segundo lugar, os Estados Unidos, assim como a China e como o Brasil, ou qualquer país capitalista (para sobreviver, o Partido Comunista Chinês criou um bolsão capitalista), querem é mercado, e não é matando a população que se obtêm mercado.

Coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960. São transmitidos por diversos animais e de pessoa para pessoa, por tosse, espirro e contato pessoal ou de objeto contaminado, causando infecções respiratórias com falta de ar, tosse, dor muscular e de cabeça, e febre. Recentemente, matou centenas de pessoas na China, o que deixou o planeta apavorado, embora a mídia não observe que os mortos na China viviam geralmente numa temperatura abaixo de zero grau e num estresse que só um sistema político totalitário como o da China produz.

A Gripe Espanhola, em 1918, matou 100 milhões de pessoas no mundo, 5% da população mundial, 35 mil só no Brasil. O vírus foi observado inicialmente nos Estados Unidos. Soldados americanos a levaram para a Europa na Primeira Guerra Mundial. Foi chamada de Gripe Espanhola porque a Espanha, que não entrou na Primeira Grande Guerra e tinha a imprensa livre, noticiou-a fartamente. Seu vírus é comum entre mamíferos e aves, e os sintomas são tosse, dor de garganta, febre, dores nos músculos e juntas, fraqueza, calafrios e prostração. O contágio se dá por perdigotas.

Em 2009, o vírus da Gripe Espanhola, H1N1, do tipo A, assustou novamente o mundo. Mas a vacina já tinha sido criada. Acredito que a vacina contra o coronavírus logo será criada também. Contudo, é importante destacar, a vacina, aquela que imuniza contra todos os males, é o esforço de cada um de não poluir, de informar-se devidamente sobre o que é o conjunto de cuidados a que chamamos de higiene, e, sobretudo, como disse Jesus Cristo, amar o próximo como a si mesmo. Inclusive os animais.

E vírus é só um dos demônios microscópicos. A Peste Negra, ou Morte Negra, causada por uma bactéria que se hospeda na pulga de roedores, principalmente do rato preto indiano, matou, entre 1346 e 1353, metade da população mundial: matou 200 milhões de pessoas. É fato que um século antes disso, o imperador mongol Gêngis Khan conquistou a Eurásia setentrional, incluindo a Manchúria, na China. Pois bem, os mongóis teriam sido infectados no Himalaia pela peste, onde o rato preto mandava. A peste se espalhou para a Europa no século 14, levada pelos mongóis e também via Constantinopla. Já no século 19, a Peste matou 12 milhões de pessoas na China e Índia.

A poluição, que é o desequilíbrio dos ecossistemas, inclusive do ecossistema do corpo humano, desequilíbrio provocado por reações químicas e energéticas tóxicas, enfraquece o sistema imunológico, que é a melhor vacina contra vírus. Vacinas são vírus enfraquecidos que se injeta numa pessoa para que um exército de células guerreiras entenda como os vírus agem e partir para matá-los. Há pessoas que estiveram em situações nas quais poderiam se infectar com o vírus da Aids e não se infectaram. Mas uma das maiores poluições é comer animais.

Sabe-se que muita gente precisa, na sua atual encarnação, de proteína da carne, mas todos nós sabemos o que comer, ou quando deixar de comer carne. No Ocidente, observa-se hipocrisia e ignorância quanto a comer carne. Tenho ouvido pessoas comentarem com nojo, raiva e arrogância que os chineses comem tudo o que se mova, até cachorro, mas nós apreciamos dos testículos ao cérebro de boi, passando pelo filé. Nesse quesito, boi, cachorro, gato, morcego, rato, e carne humana, contêm proteína. Tanto faz comer carne de boi, de cachorro, de gato, ou humana, o problema está na vibração provocada pelo sofrimento dos animais de corte, caçados, aprisionados, torturados e mortos; esse sofrimento potencializa a poluição material e transforma a harmonia do genoma em caos, levando às emoções vis e até à loucura.

Médiuns, como o astrofísico Laércio Fonseca, em contato com espíritos de luz, têm trazido do mundo espiritual informações à frente bilhões de anos da ciência humana. Por exemplo: tanto a Terra quanto nossos corpos foram criados por engenheiros astrais, assim como vírus, tudo isso fazendo parte da roda de Sansara, a roda da vida. Vírus, do latim virus, veneno, ou toxina, estão em toda parte, são extremamente pequenos e inertes, mas dentro de uma célula viram o cão. Em poucas horas, multiplicam-se aos milhares, infectando qualquer animal. Só foram descobertos e combatidos em passado recente.

A tortura, matança e consumo de animais, de corte ou selvagens, as guerras, os crimes bárbaros, a poluição, a busca desenfreada por dinheiro e prazer, a loucura, a poluição, afetam os microrganismos, os que vivem dentro de nós e os que entram em nós, levando-os a nos atacar de forma fulminante.

Ainda como carne, porque ainda preciso de proteína animal, mas, ao fazê-lo, oro e agradeço a todos que me proporcionaram aquela refeição, e ao próprio alimento, até o dia em que, ainda nesta encarnação, ou em outra, não sinta mais necessidade de me alimentar de animais, principalmente mamíferos, que vibram de forma semelhante a nós, humanos. Quando comemos a carne de uma vaca, que, desde seu nascimento foi imobilizada, e quando estava pronta para procriar foi fertilizada manualmente todo o tempo, para produzir bastante leite, a ponto de seu peito criar pus crônico, e, por volta dos quatro anos desfalecer, esgotada, e então ser arrastada para o abatedouro, onde foi esfaqueada e esquartejada, seguindo para o açougue, e, de lá, para a churrasqueira, ou a panela, quando comemos essa vaca, nosso perispírito vomita, e os microrganismos que estão dentro de nós, que normalmente nos ajudam a digerir os alimentos, recebem a vibração de medo e de raiva dessa vaca.

A epidemia de coronavírus na China é um resgate cármico, coletivo. Carma é a lei universal de causa e efeito, ato e consequência, plantar e ser obrigado à colheita. Um pensamento que seja, uma palavra, uma ação, cria causa, boa ou má, e, por conseguinte, efeito. Por exemplo: alguém que impõe sofrimento a qualquer ser vivo experimentará o vazio; ou uma pessoa que gera felicidade será feliz. Todos nós somos herdeiros dessa lei inexorável, que rege os planos físico e espiritual, bem como tudo o que existe no Universo, pois tudo está interligado. Tudo o que acontece individualmente, ou a um povo, ou em determinada região, está previsto; no caso da raça humana, o carma está no DNA, molécula presente em todas as células. O DNA contem as instruções do desenvolvimento de todos os seres vivos. É pelo DNA que os guias espirituais, juntamente com os espíritos candidatos a encarnarem, planejam o processo de encarnação.

O plano fenomênico é cheio de imperfeições, obstáculos, caos. Nada é permanente, tudo se transforma, às vezes, subitamente. A caminhada requer trabalho constante e atento, nunca desestimulado, como um farol aceso mesmo nas mais terríveis tempestades. Assim, quando evoluímos e mudamos nosso destino, mudamos nosso DNA, e saímos dos carmas coletivos. Mesmo aqui, na superfície da Terra, podemos semear luz. Nada, nem vírus, podem contra a luz. Luz, neste caso, é higiene, saneamento, serenidade, mesmo diante da guerra, da fome e do caos, e amor.

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