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Orquestra Filarmônica abre a temporada com ‘Meu Brasil Brasileiro’

Na sexta-feira, 27, às 19h, a Orquestra Filarmônica Fluminense (OrFF) fará o concerto “Meu Brasil Brasileiro”, abrindo sua temporada de 2026, no Salão Leopoldo Miguez, na Escola de Música da UFRJ, Lapa. Com direção artística e regência do maestro Eliézer Rodrigues, com a participação da soprano Mariana Gomes como solista, serão apresentadas exclusivamente obras de compositores brasileiros: Villa-Lobos, Carlos Gomes, Alberto Nepomuceno, Francisco Mignone, Ary Barroso e Gilson Santos.

“Este concerto será uma homenagem aos grandes compositores brasileiros!”, celebra Eliézer Rodrigues. “O nome Meu Brasil Brasileiro remete aos versos imortais de Ary Barroso em “Aquarela do Brasil”, que nos permite pegar carona para realizar um passeio diversificado pela música erudita brasileira”.

A Orquestra Filarmônica Fluminense foi fundada em setembro de 2024 e teve sua estreia em novembro do mesmo ano na Sala Villa-Lobos, no Instituto Villa-Lobos da UNIRIO, sendo uma orquestra sem fins lucrativos e de cunho profissional. Criada a partir da necessidade de mais grupos com esse objetivo, foi fundada em Duque de Caxias/Baixada Fluminense reunindo músicos de sua maioria de cidades vizinhas, tais como: Nova Iguaçu, Guapimirim, Magé, Belford Roxo, Queimados, Nilópolis, São João de Meriti e cidade do Rio de Janeiro.

A orquestra oferece a oportunidade de desenvolvimento musical, técnico, social e profissional a partir da vivência nos ensaios e concertos, servindo como preparo para o mercado de trabalho. Para Eliézer Rodrigues, a Orquestra Filarmônica Fluminense tem como grande objetivo ser um espaço para se praticar repertório de nível intermediário para avançado. “Em geral, muitos dos projetos sociais tocam somente repertório de nível iniciante, no qual a facilidade é maior devido, evidentemente, ao nível dos alunos. Então, existe essa lacuna que é poder fazer prática de repertório mais avançado para que haja uma evolução. Nosso grande objetivo é ser escola e também visar ser um espaço de prática de repertório erudito por músicos que não estão em uma orquestra profissional”, comenta.

Atualmente, a orquestra é composta por 60 músicos da região da Baixada Fluminense (Austin, Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Magé, Nilópolis, Nova Iguaçu, Queimados) e da cidade do Rio de Janeiro. Muitos músicos são oriundos de projetos sociais parceiros, que buscavam um espaço de extensão para o seu trabalho desenvolvido, e outros com formação acadêmica porém com foco camerístico e objetivando a extensão na música sinfônica.

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