Adeus, Deus … Deusa
Por horas a fio
Vi da janela:
a cidade fria, distante
Assombrada apenas pela neblina
Por Deus!
Mandaram-na embora
Pelo telefonema não dado
Ou o zap não respondido
Mas a partida “forçada” no último minuto
Já deixa saudades, um peito aberto pra
Moças de fino trato & cortisol alto
Sem dúvida, transcrevo aqui a “prescrição literária”:
A melhor dama de companhia, ao certo
Por quê?
No último minuto
Uma doença ou falta
Virara ofensa pessoal
Um peso morto como castigo
E o que era leve e espontâneo
Foi marcado e banido sem dó
Como “escória” a que faria jus
E, eis que do ‘alto da torre’
Avisto e ainda aguardo
Pela melhor (dama de) companhia da cidade
Para horas incertas
E caminhos tortos
Adeus à …
Ela alçou a liberdade
