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Policiais da 15ª DP prendem dois por tráfico de drogas

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Nesta quarta (11), a Polícia Civil do Distrito Federal, por meio da 15ª Delegacia de Polícia, deflagrou a OPERAÇÃO CONTRATURNO, visando a repressão aos crimes de tráfico de drogas nas quadra da QNN 1 e da QNN 3, em Ceilândia.

A ação resultou na prisão em flagrante de uma mulher e de um homem, ambos com 28 anos de idade.

A primeira prisão ocorreu na QNN 1, quando a equipe que realizava monitoramento velado visualizou a troca de objetos entre uma mulher e um usuário, em atitude típica de comercialização de entorpecentes. Após a entrega de uma porção de crack e o recebimento do valor em espécie, os envolvidos foram abordados e conduzidos à 15ª DP. No local foram apreendidos porções de crack; dinheiro em espécie, um machado de metal, entre outros objetos.

Durante a abordagem, a mulher, forneceu nome falso aos policiais, razão pela qual, além do crime de tráfico de drogas e da contravenção de porte de arma branca, ela foi detida ainda pelo crime de falsa identidade> Somadas, as penas de tais delitos alcançam 16 anos e 6 meses de prisão.

O usuário foi autuado pelo crime de porte de substância entorpecente para consumo pessoal e foi liberado após assumir o compromisso de comparecer em uízo quando intimado.

A segunda prisão ocorreu na QNN 3, também durante monitoramento realizado pela equipe da 15ª DP, após os policiais visualizaram dois indivíduos em movimentação característica de tráfico de drogas em via pública. No momento da abordagem, ambos tentaram fugir. O usuário conseguiu escapar. O traficante, homem de 28 anos, invadiu uma residência nas proximidades tentando se esconder, mas foi alcançado e detido pela equipe policial.

Com ele foram apreendidos porções de crack, dinheiro em espécie, uma balança de precisão, entre outros objetos

O autuado foi preso em flagrante por tráfico de drogas, cuja pena também varia de 5 a 15 anos de reclusão

Após a lavratura dos respectivos Autos de Prisão em Flagrante e adoção das providências legais, ambos autuados foram recolhidos à carceragem da PCDF, onde permanecerão à disposição da Justiça.

A operação recebeu o nome “Contraturno” em razão da estratégia adotada pelos policiais civis, que passaram a atuar em horário oposto ao do expediente ordinário justamente para surpreender os investigados e quebrar a falsa sensação de tranquilidade no período matutino, quando acreditavam haver menor presença policial.

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