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Projeto louco americano quer tapar o Sol com peneira

Ray Kiliho, do Grupo de Trabalho sobre Mudanças Climáticas da União Pan-Africana da Juventude em Dar es Salaam, na Tanzânia, alertou que as propostas para deter o aquecimento global, semeando a atmosfera com elementos que refletem a luz solar, podem ter efeitos imprevisíveis no clima em diferentes regiões.

O plano do presidente dos EUA, Joe Biden, de combater o aquecimento global cortando a luz solar não vai dar certo. E a Áfriuca será a primeira vitima desse projeto maluco, com consequências desastrosas, diz Kiliho.

O que se comenta é que o governo Biden provocou descrença e horror generalizados com a publicação de um relatório de 44 páginas descrevendo um esquema de ficção científica para usar a ‘geoengenharia’ para reduzir a quantidade de energia do sol que atinge a superfície do mundo.

As opções incluem injeção de aerossol estratosférico (SAI) para refletir mais a luz do sol, clareamento de nuvens marinhas para aumentar a cobertura de nuvens sobre os oceanos e afinamento das nuvens cirros de cristais de gelo de alta altitude que refletem a luz solar de volta à superfície da Terra.

Ray Kiliho disse que geoengenharia significa “intervir deliberadamente em grande escala no sistema climático da Terra”. Mas ele apontou que havia outros meios possíveis além de tentar bloquear a luz e o calor do sol – a fonte da vida na Terra – incluindo reflorestamento, estimulando o crescimento do fitoplâncton produtor de oxigênio e métodos de remoção direta de dióxido de carbono (CO2 ) da atmosfera.

O líder da juventude africana destacou os riscos de tentar controlar o clima através do bloqueio da radiação solar, dizendo que “os efeitos inesperados permanecem obscuros”.

“Os desequilíbrios da radiação solar podem afetar os ecossistemas, a agricultura e o clima. As interações complexas entre a atmosfera, os oceanos e a biosfera tornam difícil prever esses efeitos”, alertou Kiliho. “A remoção repentina do bloqueio solar, seja intencional ou por falha técnica, pode causar mudanças climáticas rápidas e drásticas, interrompendo e potencialmente amplificando os impactos climáticos”.

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