A Justiça do Distrito Federal prorrogou por mais 30 dias a prisão dos três técnicos de enfermagem suspeitos de provocar a morte de pacientes na UTI do Hospital Anchieta, no DF. Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, Marcela Camilly Alves da Silva e Amanda Rodrigues de Sousa estão presos desde janeiro e são investigados por homicídio qualificado.
Prisão prorrogada para aprofundar investigações
A decisão de prorrogar a prisão foi tomada para permitir que a Polícia Civil do DF continue investigando os crimes e reunindo provas. A prisão temporária é uma medida prevista na legislação brasileira e é usada durante a fase de investigação.
Novos casos suspeitos são investigados
Além da prorrogação das prisões, a Polícia Civil do DF segue investigando outras mortes suspeitas na unidade em um segundo inquérito. O novo inquérito foi aberto após familiares reconhecerem os técnicos que atuavam na UTI e associarem a presença deles às mortes de parentes internados no hospital.
Principal suspeito confessa crimes
Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo confessou os crimes em depoimento à Polícia Civil após ser confrontado com imagens das câmeras de segurança da unidade. Ele injetou doses altas de um medicamento nos pacientes, usando o produto como um veneno. Marcela também confessou e é acusada de participar dos crimes “dando cobertura” ao outro técnico.
Famílias prestam depoimentos
As famílias que levantaram suspeitas sobre as mortes de parentes internados no hospital já começaram a prestar depoimentos formais aos investigadores. A Polícia Civil do DF segue trabalhando para esclarecer os fatos e levar os responsáveis à justiça.
Hospital demite suspeitos
Após abrir a investigação interna, o Hospital Anchieta demitiu os três suspeitos. A instituição segue cooperando com as autoridades para esclarecer os fatos e garantir a segurança dos pacientes.
