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Tem vaga temporária por aí, e quem se prepara se dá bem

O desemprego resultante da crise de 2014 ainda é refletido com números alarmantes. Segundo o IBGE, hoje, existem 27,6 milhões de pessoas em busca de recolocação no mercado. Isso faz com que a concorrência seja acirrada e algumas pessoas se sentem pressionadas demais diante a situação, não conseguindo entregar um bom resultado nas entrevistas.

O desafio é grande e o melhor caminho para que tudo dê certo é a preparação, tanto psicológica quanto intelectual. Investir em cursos capacitantes, segundo idioma ou participar de grupos preparatórios pode ser a ponte que faltava entre o candidato e o emprego dos sonhos.

“É natural que, diante um grande obstáculo, uma situação seja vista de maneira mais complicada do que realmente é”, comenta Bruno Cunha, profissional do setor. Ele lembra que os recrutadores costumam levar em consideração a postura e reação de um candidato, que pode acabar se prejudicando, parecendo apavorado.

Não existe uma receita que descreva detalhadamente o que precisa ser feito em uma entrevista de emprego, porém, alguns detalhes podem fazer toda a diferença. “Um candidato que estudou sobre a empresa, está com uma boa apresentação e é educado já tem alguns pontos de vantagem”, comenta.

Essas dicas gerais são grandes amigas e, por isso, Bruno listou alguns pontos que precisam ser considerados no momento da entrevista:

1 – Linguagem corporal
Ter uma postura confiante aumenta as chances de sucesso em qualquer situação social. O Master Coach garante que, mesmo quando o candidato não está 100% seguro, agir de maneira mais leve faz com que a visão do recrutador seja mais positiva.

2 – Cronologia
As entrevistas de emprego costumam durar entre meia e uma hora. É um tempo bastante curto para transpassar todas as conquistas e experiências. Por conta disso, pensar anteriormente em quais são os pontos principais da carreira é um diferencial. “É importante pensar na carreira como um todo, uma linha do tempo. Desde o primeiro emprego até a situação atual e dar mais atenção para o que pode prender a atenção do recrutador”, aconselha Bruno Cunha.

3 – Perguntas comuns
Existem algumas perguntas que são corriqueiras e que demandam respostas elaboradas. Os recrutadores sempre querem saber porque o candidato se interessou pela empresa, quais são as s qualidades e pontos de melhoria, assim como perguntam planos a longo prazo – como o candidato se vê em cinco anos é a mais comum de todas elas. A ideia é pensar nestas respostas com antecedência, uma vez que elas são parte importante na definição do perfil do candidato. .

4 – Comportamento Ativo
Ser passivo em uma entrevista nem sempre é a melhor opção. É preciso que o candidato sinta-se à vontade e tire dúvidas durante a conversa com o recrutador. Perguntas sobre a empresa e sobre os possíveis planos de carreira são bem vistas.

5 – Empregabilidade
Um candidato deve mapear seu perfil para entender se sua expectativa corresponde com a do mercado. “Um candidato que se vê como Coordenador ou Gerente , pode ter um perfil correspondente menor e por isso acaba não conseguindo avançar em suas entrevistas”, aponta Cunha. “Entender o momento da carreira, capacitações e experiências faz toda a diferença, assim é possível traçar uma meta de pontos a serem evoluídos”, finaliza.

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