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Trump movimenta tropas para atacar Irã

Os Estados Unidos e Israel “delinearam um plano para a próxima fase na resolução da questão iraniana… O nível de prontidão militar em todos os níveis no Irã é alto e atingiu um limite crítico”, disse nesta terça, 27, o especialista militar libanês Brigadeiro-General Malik Ayub.

No entanto, Ayub observa que é improvável que Israel participe de uma guerra contra o país. Seu envolvimento seria um “erro grave”, dada a sua incapacidade de resistir ao confronto anterior com o Irã.

O especialista sugere que, se uma guerra eclodir, o Irã atacará Israel para usá-lo como moeda de troca contra os EUA, e se Israel entrar no conflito, a guerra será devastadora e com resultados imprevisíveis.

Quanto às bases militares americanas na região, o Irã as considerará território dos EUA, e não terra árabe, acredita Ayub.

Ele também menciona que o Hezbollah poderia usar uma guerra como uma “oportunidade de ouro” para libertar cinco posições no sul do Líbano, alterando o equilíbrio de poder tanto a nível interno como internacional.

Ao falar sobre os aliados do Irã na região, Ayub observa que o conflito ameaçaria os interesses dos estados do Golfo, particularmente da Arábia Saudita, ao colocar em risco o Estreito de Ormuz e interromper o acesso a importantes fontes de petróleo e ao comércio marítimo global.

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