O início da tarde desta segunda-feira (21) foi marcado por uma tragédia nas águas do Lago Paranoá, em Brasília. Um policial militar de apenas 28 anos perdeu a vida após se afogar nas proximidades da Ponte JK, um dos principais pontos turísticos da capital federal, enquanto participava de uma atividade oficial de mergulho da corporação.
A vítima foi identificada como Lucas Duran, que estava acompanhado por outros dois militares no momento do incidente. A estrutura do treinamento contava com um colega realizando o mergulho simultâneo ao seu lado, enquanto um terceiro militar dava suporte à atividade a bordo de uma embarcação na superfície.
A fatalidade causou profunda surpresa e consternação, uma vez que Lucas Duran era considerado um mergulhador experiente e possuía formação técnica avançada na área. Bastante ativo, o jovem militar compartilhava de sua paixão pelo esporte e pela profissão em suas redes sociais, onde se definia como “mergulhador” e “maratonista”.
De acordo com as informações preliminares divulgadas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), a principal hipótese levantada é de que o jovem tenha sofrido um mal súbito enquanto estava submerso. Contudo, as reais causas da ocorrência ainda dependem dos resultados oficiais da perícia técnica para serem totalmente esclarecidas.
Assim que o problema foi detectado embaixo d’água, o colega de farda agiu rapidamente, retirando Duran da água e dando início imediato às manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP). Uma equipe de socorro do Corpo de Bombeiros Militar foi acionada para assumir o suporte médico de urgência na margem do lago.
Apesar da mobilização intensa, em que os bombeiros tentaram reanimar o policial por cerca de uma hora, o quadro não pôde ser revertido e o óbito foi constatado ainda no local do acidente. O caso agora segue sob investigação para apurar todos os detalhes que envolveram o trágico exercício de treinamento.

