Acordei no Dia da Pátria lembrando das aulas de geografia.
Memória vadia.
Para o canhoto, a esquerda dele é a direita. Já para o destro é o contrário.
Cuidado.
Prudência.
Tudo é relativo.
Não confunda espaços e dimensões.
Tudo é política.
A frente pode ser o lado e o lado pode ser atrás.
Abaixo ou acima.
Talvez o meio.
Receio.
Pensamentos ácidos, cortes rentes, reflexão fina.
Não podemos birutar opções.
Ordem no Planalto.
“Pela família, com fé, movimentos pelo arrepio e
pelo (pelo) arrepiado”.
Para onde se virar é lado, ou vice-versa.
É a hora dos ruminantes.
“Para frente e para o alto”, gritam os jovens no colégio de fardas.
“Pra frente Brasil!”, vibram os saudosistas lustrando as medalhas pregadas nos ternos e fardas de naftalina.
Então fica decidido: no dia 03 de outubro o bicho pegará.
“A Era Já era”, não voltará.
Referencial geográfico plugado, algoritmos e mega-manipulições com chips com GPS mentais.
Tudo controlado pelas redes sociais e a “grande imprensa”.
Deus-algoritmo e fake news.
Ninguém escapa da bagaça.
Tudo misturado agora, pois então: o lance é estabelecer o caos.
Tecnologia/teologia e esperteza é “cum nóis mesmo, chefia. Quem não gostar que vá pra pra Cuba ou se esconda na China”.
E da casa segura do presidiário condenado ele grita:
“A cizânia é nossa, Tálkêy? Eu quero o caos!”
Alguns ventos sopram entre os pontos cardeais:
Cuidado, capitão de risco,
Salve, Corisco!
A ordem é bacuralizar!
Genocidas babando
Sedentos de sangue…
Mais?
CHEGA!
Não passarão, mas não mesmo.
……………..
Gilberto Motta, da Guarda do Embaú-SC.

