Tu me deixas assim tão só
E ainda dizes que me amas
De mim sei que não tens dó
Sei que estás por outras camas
Teus beijos não têm mais sabor
Não há mais cumplicidade
Já não és mais meu amor
Não há mais intimidade
Sinto em minh’alma dor
De tanta perversidade
Sou tristeza e dissabor
Judiada na maldade
Vivo o triste desamor
A dor da infelicidade.
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Nota do autor: Não sei se é muita presunção da minha parte, mas gosto de me intitular como Poeta do Povo, por achar que os poetas carregam dentro de si as dores do mundo sobre os ombros. Sou carioca da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, militar da reserva, na patente de 1° Sargento da Polícia Militar da Bahia, formado como bacharel em Filosofia pela Universidade Católica do Salvador. Atualmente, estou cursando licenciatura em Filosofia na Uniasselv. Fiz dois semestres de Letras, mas depois me apaixonei perdidamente pela filosofia, que considero a alma gêmea da poesia.
Adoro escrever poesia, onde retrato fatos do cotidiano, da natureza e até de minha vida pessoal. Apaixonei-me pela poesia e literatura ainda bem jovem, quando comecei a escrever com apenas 15 anos de idade, tendo como meu primeiro texto escrito um conto intitulado “É proibido matar almas…”. E então, de lá para cá, não parei mais de escrever. Participei da Antologia Poética Parnaso Poético no ano de 2017, com dois sonetos intitulados a saber: Tu és meu porto seguro, e O poeta também chora. Escrevo também para os sites Pensador e Recanto das Letras, onde tenho uma pagina em cada um deles, e no Facebook onde também tenho uma outra pagina de poemas, chamado Biografia da Alma.
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