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Americanos marcham na Flórida pedindo liberdade para agente preso no Irã

Bartô Granja, Edição

Familiares e colegas de um ex-agente do FBI que desapareceu no Irã nove anos atrás durante uma missão da CIA participaram de uma marcha neste sábado na Flórida, na qual expressaram raiva e decepção por ele não estar na troca de prisioneiros acertada com Teerã em janeiro.

Centenas de pessoas se reuniram em uma marcha dedicada a Robert Levinson, 67 anos, que desapareceu da ilha Kish, no Irã, em março de 2007. Uma investigação conduzida pela agência Associated Press em 2014 revelou que ele trabalhava para a CIA em uma missão de inteligência não autorizada para colher informação sobre o programa nuclear iraniano.

Se Levinson continua vivo, ele teria sido mantido em cativeiro por mais tempo que o então jornalista da AP, Terry Anderson, que ficou por mais de seis anos detido em Beirute, nos anos 80.

Diferentemente de Anderson, o paradeiro de Levinson e seus captores permanece um mistério. Autoridades norte-americanas acreditam que o governo iraniano esteja por trás do desaparecimento, o que foi negado por Teerã.

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