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Por falar em justiça gaúcha, há nepotismo e muita coisa para explicar

Pairam dúvidas no ar quando o assunto é a justiça gaúcha, longe de ser Divina. O assunto diz respeito aos processos 0006072-32.2020.2.00.0000, 0001158-85.2021.2.00.0000 e 0006602-36.2020.2.00.0000, nos quais constam denúncias de supostas ilicitudes praticadas no âmbito do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul. A situação exigiu que se impetrassem dois mandados de segurança junto ao Supremo Tribunal Federal para impulsionar um dos processos, já que se negam a notificar a desembargadora Denise Oliveira Cezar. Os pedidos de providências 0006072-32.2020.2.00.0000, 0001158-85.2021.2.00.0000 e 0006602-36.2020.2.00.0000, tratam de denúncias de cobrança ilegal de emolumentos, suposto monopólio e de posição dominante da empresa contratada, ausência de publicação das prestações de contas, nepotismo, pagamento de salário acima do teto permitido pela legislação do TJ-RS, sem contar que nesses casos, também, corre prazo prescricional e já houve confissão de um suposto dano de mais 200 mil reais.

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