Remake sobre Lulinha volta à cena em tempos de sucessão

Redação
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@donairene13 - Foto de Arquivo

Mais uma vez, às vésperas de uma eleição presidencial, o nome de Lulinha aparece no centro de acusações e suspeitas usadas politicamente para atingir seu pai. A estratégia é conhecida: quando não se consegue desgastar Lula diretamente, tenta-se transferir para o presidente tudo aquilo que é atribuído ao filho. Neste ano, uma investigação foi aberta para apurar suspeitas de tráfico de influência envolvendo negócios relacionados ao Careca do INSS, embora a defesa de Lulinha negue qualquer irregularidade.

Essa história de transformar Lulinha em personagem de todo tipo de escândalo também não é nova. Em eleições passadas, já circularam boatos de que ele seria dono da Friboi, de fazendas gigantescas, de jatinho milionário e até de uma Ferrari dourada. Essas histórias foram desmentidas, mas continuam reaparecendo de tempos em tempos, especialmente em períodos eleitorais.

A grande ironia é que, com o avanço das apurações sobre o Careca do INSS, começaram a surgir conexões envolvendo justamente a família Bolsonaro. A Bravo Grafeno, empresa que tem Flávio Bolsonaro entre os sócios, está registrada na mesma sala, em Brasília, usada como endereço por pelo menos 16 empresas ligadas a Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. Há ainda a informação de que empresas envolvidas utilizavam a mesma estrutura contábil. No fim, mais uma vez percebemos que o filho de Lula não é candidato, mas Flávio Bolsonaro é, e por isso deve explicações à justiça e à sociedade.

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