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Crítica literária

“Ninguém ouve o sangue”, do escritor Todeschini

Publicado

Autor/Imagem:
Cecília Baumann - Foto Divulgação

Um menino que foge da dor dos animais no potreiro.

Um professor marcado pela violência da ditadura.

Um vilarejo gaúcho que aprende a sobreviver pelo silêncio.

Entre a carneação no campo e os porões de tortura do regime, NINGUÉM OUVE O SANGUE tece uma narrativa em que a inocência se confronta com a brutalidade e a memória se mistura à omissão. Vitório, o caçula incapaz de suportar o sofrimento dos bichos, cruza seu destino com Melchor, um educador enigmático vindo da Capital, carregando segredos, cicatrizes e uma verdade que a pequena comunidade não está preparada para ouvir.

Com linguagem cortante e poética, Elizandro Todeschini recria o Brasil dos anos de chumbo a partir de um rincão esquecido do Rio Grande do Sul. É um romance sobre silêncio e resistência, sobre o preço da indiferença e sobre a coragem – ou covardia – de olhar a dor nos olhos.

Um livro que fere e comove. Um retrato inesquecível daquilo que o país tentou enterrar, mas que ainda pulsa.

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O livro pode ser adquirido com o autor ou na Amazon:

. Instagram: @elizandrotodeschini

. https://www.amazon.com.br/Ningu%C3%A9m-ouve-sangue-Elizandro-TODESCHINI/dp/6553220115

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