Mortes no Hospital Anchieta
Defesa de Amanda nega envolvimento e diz que ela foi vítima do amante
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A defesa de Amanda Rodrigues de Sousa, técnica de enfermagem investigada por suspeita de ter acobertado dois homicídios no Hospital Anchieta, no Distrito Federal, negou qualquer envolvimento da profissional nas mortes de três pacientes. Em coletiva de imprensa, o advogado de Amanda, Liomar Torres, afirmou que a técnica de enfermagem “nega veementemente” ter participado ou ter conhecimento das mortes.
De acordo com a defesa, as acusações contra Amanda são baseadas em imagens “precárias e seletivas” que mostram a técnica de enfermagem no ambiente da UTI enquanto Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo, de 24 anos, supostamente comete os crimes. O advogado classificou as provas como “precárias e seletivas” e afirmou que vai pedir a quebra de sigilo do processo.
Amanda Rodrigues de Sousa também alega ter sido vítima de uma tentativa de homicídio por parte de Marcos Vinícius, com quem teve uma relação extraconjugal por cinco meses. A técnica de enfermagem diz que foi paciente da UTI do Hospital Anchieta em dezembro e que Marcos Vinícius aplicou uma medicação nela, o que quase lhe causou uma parada cardíaca.
Além de Amanda, também estão presos Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo e Marcela Camilly Alves da Silva, de 22 anos. Os três são investigados por homicídio e estão presos temporariamente enquanto a polícia conclui o inquérito.
A Polícia Civil do Distrito Federal está investigando se outros dois pacientes do Hospital Anchieta também podem ter sido assassinados pelos técnicos de enfermagem da instituição. As denúncias vieram de familiares que dizem ter reconhecido, nas reportagens sobre o caso, o técnico de enfermagem Marcos Vinícius Silva Barbosa de Araújo.