Raio
Seria cômico não fosse trágico
Publicado
em
Caminhada imitando a trama do belo filme Forrest Gump, como toda farsa, terminou em tragédia.
No auge da irresponsabilidade Deus ficou de saco cheio e mandou o sinal: um raio certeiro para limpar as almas enfermas.
Ok. Não pode piadinha em meio a coisa tão séria?
Errado. Não é piada; é COISA mesmo muito séria.
Há anos fazem escárnio com coisas terríveis. E alegam “liberdade de expressão”. Irresponsáveis.
Brincaram com o vírus. Geraram 700 mil corpos de seres humanos na conta de Jair, o quase moribundo e sua turma do “bem”.
Não é hora de apelar por minha empatia.
Não. Nem para ódios e/ou vinganças.
Há limites para tamanhos disparates.
A maldade tem limites, mas a História é mesmo implacável.
Chegou a hora do justo retorno.
Deus não tem nada a ver com os fatos.
São falsidades puramente terrenas, maldades de “seres desumanos'”.
Portanto, não me venham com falso moralismo e churumelas sobre “direitos humanos”.
Como?
Deveres humanos seriam bem mais razoáveis.
Seria mesmo apenas cômico, não fosse trágico.
É hora da resposta justa: nas urnas.
……………………………
Gilberto Motta é escritor, jornalista e professor/pesquisador que não acredita em vinganças: em justiça sim. Vive na Guarda do Embaú SC.