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Raio

Seria cômico não fosse trágico

Publicado

Autor/Imagem:
Gilberto Motta - Texto e Foto

Caminhada imitando a trama do belo filme Forrest Gump, como toda farsa, terminou em tragédia.

No auge da irresponsabilidade Deus ficou de saco cheio e mandou o sinal: um raio certeiro para limpar as almas enfermas.

Ok. Não pode piadinha em meio a coisa tão séria?

Errado. Não é piada; é COISA mesmo muito séria.

Há anos fazem escárnio com coisas terríveis. E alegam “liberdade de expressão”. Irresponsáveis.

Brincaram com o vírus. Geraram 700 mil corpos de seres humanos na conta de Jair, o quase moribundo e sua turma do “bem”.

Não é hora de apelar por minha empatia.

Não. Nem para ódios e/ou vinganças.

Há limites para tamanhos disparates.

A maldade tem limites, mas a História é mesmo implacável.

Chegou a hora do justo retorno.

Deus não tem nada a ver com os fatos.

São falsidades puramente terrenas, maldades de “seres desumanos'”.

Portanto, não me venham com falso moralismo e churumelas sobre “direitos humanos”.

Como?

Deveres humanos seriam bem mais razoáveis.

Seria mesmo apenas cômico, não fosse trágico.

É hora da resposta justa: nas urnas.

……………………………

Gilberto Motta é escritor, jornalista e professor/pesquisador que não acredita em vinganças: em justiça sim. Vive na Guarda do Embaú SC.

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