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Ilações facciosas

Defesa nega que PH, ex-presidente do BRB, influa na nova gestão

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Autor/Imagem:
Marta Nobre - Foto de Arquivo

A defesa de Paulo Henrique Costa, por meio do advogado Cleber Lopes de Oliveira, manifestou, em nota, seu ‘mais firme repúdio’ às publicações que, sem qualquer base factual, tentam construir a narrativa de que o ex-presidente manteria influência sobre o Banco de Brasília (BRB) após o seu afastamento.

Na interpretação literal do texto divulgado por Cleber Lopes, trata-se de imputação grave, irresponsável e divorciada da realidade. Desde que deixou o cargo, garante o advogado, Paulo Henrique Costa não exerce função na instituição, não participa de decisões administrativas, não dirige, não sugere, não interfere e não mantém qualquer vínculo de ingerência, formal ou informal, sobre a atual gestão, dirigentes, empregados ou áreas técnicas.

O entendimento é o de que as matérias divulgadas apoiam-se exclusivamente em suposições, ilações e interpretações de terceiros. Isso porque não apresentam um único documento, ato, mensagem ou testemunho idôneo que sustente a acusação. E narrativas assim, ‘repetidas à exaustão, não se convertem em verdade’.

O advogado Cleber Lopes manifesta preocupação por avaliar que se tenta desqualificar a governança do BRB ao insinuar que a permanência de quadros técnicos ou empregados concursados representaria obediência a um suposto ‘comando oculto’. Tal leitura, como vem sendo feita, afronta a institucionalidade do banco, diminui seus profissionais e ignora os mecanismos formais de controle, compliance e responsabilidade administrativa.

Na opinião do defensor de Paulo Henrique Costa, a liberdade de imprensa é valor fundamental da democracia, mas não autoriza a propagação de acusações sem prova nem a produção de danos reputacionais por meio de construções retóricas. E quando esse limite é ultrapassado, observa, ‘surgem consequências jurídicas’.

A nota de Cleber Lopes encerra enfatizando que Paulo Henrique Costa mantém plena confiança no devido processo legal e na apuração objetiva dos fatos (numa referência específica ao caso BRB-Master) e pontua que ‘a verdade prevalecerá sobre tentativas de exploração política baseadas em ficções’.

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Marta Nobre é Editora Executiva de Notibras

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