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PL da Misoginia

As mulheres que não aceitam as mulheres

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Autor/Imagem:
Ray Cunha - Foto de Arquivo

O Senado Federal aprovou o PL da Misoginia (ódio ou aversão a mulheres), que prevê pena de até cinco anos de cadeia, inafiançável, sem prescrição, para o homem que for acusado de ter menosprezado uma mulher. O projeto seguiu para a Câmara. Se não for barrado, lá, e for aprovado, isso vai gerar o isolamento das mulheres, pois nenhum homem, devidamente informado sobre a lei, vai querer sequer conversar com uma mulher, e, muito menos, empregá-la. Até maridos se tornarão frios.

Também o projeto censura as redes sociais e castra textos humorísticos, programas de auditórios, obras de artes e até comentários jornalísticos. Por exemplo: não se poderá dizer, em sentido figurado, que determinado comunista tem mais neurônios no intestino grosso do que no cérebro.

O Projeto de Lei 896/2023, da senadora Ana Paula Lobato (PSB/MA), foi aprovado por 67 votos a favor, sem voto contrário nem abstenção. Até o senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), candidato à Presidência, votou a favor, provavelmente com medo de perder voto feminino. Ele devia saber que as canhotas só votam em Lula da Silva ou em poste.

O PL é um equívoco total. Trata-se de uma lei que funcionará como uma bomba no seio da sociedade, de ideologia claramente comunista, pois os comunistas destroem o Estado de direito para impor a ditadura.

O PL da Misoginia não vai reduzir o número de assassinato de mulheres, mais conhecido pelos comunistas pelo neologismo “feminicídio”. O homem que mata uma mulher não está nem aí para a lei. O que vai acontecer é que os homens que amam as mulheres, que as protegem, não vão querer conversa com mulher nenhuma. É provável que o comércio de robôs femininos e mulheres de plástico aumente alguns milhares por cento.

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