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Ditadura maquiada

Crime organizado faz do Brasil um país perigoso para os turistas

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Autor/Imagem:
Ray Cunha - Foto de Arquivo

O Brasil, o paraíso tropical, recebe por ano cerca de 9 milhões de turistas estrangeiros, a maioria dos quais proveniente de países vizinhos e dos Estados Unidos, além de Portugal, França e Alemanha, gerando uma receita em torno de 41,5 bilhões de reais, segundo a Embratur e o Ministério do Turismo.

As cidades do mundo que mais recebem turistas internacionais anualmente são Bangkok, Tailândia, registrando cerca de 30 milhões de chegadas; Hong Kong, China, com 23 milhões; e Londres, Inglaterra, com 22,7.

Como assim? É que o Brasil é um dos países mais violentos do planeta, vive uma ditadura disfarçada, com centenas de presos políticos morrendo na prisão e o crime organizado dominando 26 por cento do território nacional e avançando cada vez mais. Para se ter uma ideia, turistas estrangeiros são assaltados e assassinados à faca, na rua, no Rio de Janeiro.

Bangkok, e toda a Tailândia, são considerados destinos seguro para turistas. A Tailândia, na Ásia, apresenta baixíssimas taxas de criminalidade violenta. Lá, o turista estrangeiro tem que se preocupar apenas com pequenos furtos em locais movimentados e adotar precauções de saúde.

Hong Kong, também na Ásia, é considerada uma das cidades mais seguras do globo, inclusive para quem viaja sozinho ou durante a madrugada. Lá, criminalidade violenta é rara, embora o turista estrangeiro deva prestar atenção nos seus pertences em locais com aglomerações.

Londres, Europa, é considerada uma das cidades mais seguras do mundo. O principal risco para turistas é batedores de carteira em áreas muito movimentadas e no transporte público.

No Brasil, além da violência, a infraestrutura do país é precária e a inflação, um terror a mais. O narcoterrorismo do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) significa um Estado dentro do Estado em um país sem rumo.

O Brasil registrou, em 2025, 34.086 assassinatos, cerca de 93 assassinatos por dia. Em 2017, foram mais de 65 mil assassinatos. Em 2023, foram assassinadas 45.747 pessoas, média de 125 mortes por dia.

O crime organizado domina 26% do território nacional, 41% dos brasileiros, 68,7 milhões de pessoas, impondo regras de conduta, restringindo o direito de ir e vir, controlando serviços básicos e cobrando taxas de “segurança”.

Os ministros do Turismo são negociados entre os partidos que dão suporte ao desgoverno de Lula da Silva. O atual, Gustavo Costa Feliciano, natural de Campina Grande, Paraíba, advogado, no cargo desde 23 de dezembro de 2025, é filho do deputado federal Damião Feliciano (União Brasil/PB) e da ex-vice-governadora da Paraíba, Lígia Feliciano (PDT/PB). Foi nomeado após entendimento entre Lula da Silva e o fiel escudeiro de Lula, o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos/PB – nada a ver com o Partido Republicano de Donald Trump).

– O turismo deve ser para todos e não apenas para os ricos – disse Feliciano, no seu discurso de posse, enfatizando o papel do turismo na justiça social e na geração de empregos.

Filosoficamente, é isto, mesmo. Mas, no Brasil, as empresas estão fechando as portas, bairros inteiros de cidades como o Rio de Janeiro estão virando cemitérios, a Justiça solta bandidos e proíbe as polícias de combatê-los, escolas e universidades estão estupidificando crianças e jovens, e os pobres estão cada vez mais o que os venezuelanos passavam até os Estados Unidos enjaularem Nicolás Maduro; durante a ditadura da hiena bolivariana, Maduro, o povo venezuelano comeu todos os seus petes, os animais dos zoológicos e o lixo de Maduro e quadrilha de narcotraficantes.

É claro que no Brasil há os bolsões de Primeiro Mundo. Mas, cuidado, se alguém, desavisado, cair no Brasil do narcoterrorismo será assaltado, estuprado e torturado até morrer. O maior líder da Direita do Brasil e um dos mais influentes do mundo, Jair Messias Bolsonaro, ex-presidente da República, é um desses. Já levou tanta porrada que está à morte no porão da ditadura, acusado de liderar um golpe de Estado que nem Ray Bradbury, nem Franz Kafka, seriam capazes de criar.

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Ray Cunha é vice-presidente da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo, Seccional do Distrito Federal (Abrajet/DF)

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