Curta nossa página


O canto de Orides (Fontela)

Uma ode à poesia visual e minimalista!

Publicado

Autor/Imagem:
Simone Magalhães - Foto Divulgação

Poesia lírica ou
relato real?
Palavra franqueada a
Lugar de fala?

Sob os autos do autor
Caberia, assim,
Alguma justiça poética?

Hermética
Em epígrafe
Inicio esta conversa:
Voo aberto pra

Na poesia de Orides Fontela
Res(piro)

Com o pé (nela)
Vejo formas visuais,
quase minimalistas
Ensaios em pausa
E silêncios que não perturbam

Da poesia de Orides
Um encantatório de palavras
Desabrocham em mim

Do campo de Orfeu
(E no tempo de Deus)
Habito o Eros Filosófico
A poesia dos ‘enjambements’ necessários

Ato lírico (idílico)
Suspenso antes do gran finale
Voo autêntico, presente
que ins(pira) a ação

Na poesia de Orides Fontela
Res(piro)

Um salve à vida que acontece!
Com espaços em branco, sim!
Mas em sua forma mais pura:
Sensitiva, vivente

Para ouvir (ou diluir-me):

[epígrafe]

(…)
(neblina)

nesta falta: eis,
tudo

(Trevo, 1988)

Publicidade
Publicidade

Copyright ® 1999-2026 Notibras. Nosso conteúdo jornalístico é complementado pelos serviços da Agência Brasil, Agência Brasília, Agência Distrital, Agência UnB, assessorias de imprensa e colaboradores independentes.