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A hipocrisia do exílio

Esposa de foragido mora nos EUA e quer ser candidata no Brasil

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@donairene13 - Foto Divulgação

A esposa do foragido Alexandre Ramagem, Rebeca Ramagem, pediu licença do cargo de procuradora em Roraima para tentar disputar as eleições de 2026. O que chama atenção é que ela mora na Flórida desde o fim de 2025 e se apresenta como uma “exilada política”, mesmo pretendendo concorrer a um cargo público no Brasil.

É difícil entender essa situação. Como alguém que vive fora do país, diz estar exilada e é casada com um foragido da Justiça pode querer representar os brasileiros? Quem pretende exercer um mandato precisa conhecer de perto a realidade da população e estar disposto a conviver com os problemas do país.

O Brasil e a Justiça Eleitoral não podem normalizar esse tipo de situação. A democracia exige regras iguais para todos, respeito às instituições e compromisso com o país. Permitir que casos como esse sejam tratados como algo comum enfraquece a confiança da população no sistema eleitoral.

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