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Aprendizado

Recordações

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J. Ribeiro - Foto Francisco Filipino

Alguém escreveu que “recordar o passado é sofrer duas vezes”. Realmente, o passado é formado da inexperiência da juventude. Quando jovens, principalmente se não tivermos uma formação moral e religiosa, seremos alvos fáceis das tentações do mundo. E são tantas quedas, tantas desventuras, que as alegrias conquistadas desaparecem num oceano de tristezas. E, até o nosso amadurecimento, muitos anos de nossas vidas são jogados fora. Poucos são os que conseguem escapar ilesos dos tentáculos desse polvo monstruoso e avassalador. Todos os traumas a que somos acometidos são gerados nessa fase de nossas vidas. Por essa razão, devemos sepultá-lo no esquecimento, pois o passado é um fato consumado.

Procuremos viver o presente, amar as coisas que ele nos oferece, viver com sabedoria cada segundo, cada minuto, cada hora. O presente é um sonho dourado que se transforma em realidade, a cada amanhecer. Por essa razão, quando os clarões da aurora entrarem em nossos quartos, anunciando um novo dia, elevemos a Deus um hino de louvor e gratidão.

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O escritor J. Ribeiro nasceu em Curupuru-MA no dia 21 de julho de 1940, e faleceu no dia 28 de novembro de 2003. Apesar de maranhense, era apaixonado pelo Rio de Janeiro. Jamais publicou sua vasta obra em vida.

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