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Cores Vivas

Civilizações em movimento

Publicado

Autor/Imagem:
Gilberto Motta - Texto e Foto

*RESUMO:- Este documentário audiovisual reconstrói a história genética da cor da pele humana — do gene MC1R que pintou nossos ancestrais de escuro, à mutação SLC24A5 que clareou os europeus há apenas 8 mil anos, das variantes independentes que produziram peles mais claras no Leste Asiático e a pesquisa junto às América e ao útero África. Documento extraordinário, um mergulho de quase uma hora na ciência da pigmentação — sem racismo científico, sem essencialismo, sem taxonomia vitoriana. Só o DNA e a pesquisa criteriosa com base na construção das diferentes civilizações/culturas sempre em movimento.

*Ver no Youtube:

“Quando os humanos começaram a ter cores de pele diferentes?” (2026) – Como o Projeto Genoma Humano de 2003 destruiu cientificamente o conceito de “raças biológicas”.

<https://www.youtube.com/watch?v=ulYWU5QMc2c>

CORES HUMANAS

O racismo não é genético: foi e é fruto de engenharia intelectual/cultural antes de ser prática política/ideológica. Não existem raças humanas.

Existe uma humanidade que se pintou ao longo de milênios com os pigmentos que o mundo pediu que ela usasse e, sob todas as cores, continua a ser a mesma família.

A categoria biológica de raça não se sustenta.

Em nome dela, milhões de pessoas morreram e ainda morrem.

Para onde vamos agora (século XXI)?

Nunca, em toda e história da nossa espécie, os seres humanos se moveram tanto quanto no último século.

Nunca as fronteiras foram tão atravessadas.

Nunca populações de origens tão distintas viveram tão próximas umas das outras.

Muito antes das categorias raciais serem “inventadas”, somos uma síntese ativa em movimento. Antes, muito antes das categorias, antes das fronteiras, antes das ideologias, antes das religiões.

As cores da humanidade são o mapa da nossa viagem, não o mapa das nossas divisões.

Somos todos parentes próximos, antes das categorias, antes das fronteiras, antes das ideologias, antes das religiões.

Cada tom de pele viva, hoje, é uma testemunha silenciosa de uma jornada humana.

É o registro de ancestrais que caminharam, congelaram, queimaram, se apaixonaram, tiveram filhos, morreram e deixaram genes.

Somos uma espécie de coloração adaptável; uma espécie que atravessou continentes, latitudes, milênios e que aprendeu em cada lugar uma cor diferente.

A vida humana em mutação. Em movimento.

#Documentario #HomoSapiens #Antropologia

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Gilberto Motta é escritor, jornalista e pesquisador acadêmico/redes sociais, literatura, música e Novas Tecnologias de Comunicação e Informação. Vive na Guarda do Embaú, litoral Sul de SC. 

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