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Cantinho do Leitor

Edivânia Joy, a leitora que não vive sem o Café Literário

Publicado

Autor/Imagem:
Maria Amália Alcoforado - Foto Arquivo Pessoal

Na edição de hoje do Cantinho do Leitor, temos a alegria de conversar com Edivânia Joy, uma profissional da área de negócios que encontra na literatura o seu refúgio ideal. Atuando como supervisora de atendimento, Edivânia lida diariamente com as metas, reuniões e a correria do mundo corporativo, mas não abre mão de alimentar sua verdadeira paixão: a leitura assídua de obras nacionais e independentes.

Moradora conectada com a realidade do país, ela encontrou no Café Literário o combustível perfeito para os seus momentos de pausa. Entre um compromisso e outro de sua rotina executiva, Edivânia mergulha nas publicações do portal, transformando suas viagens e intervalos em instantes de pura descoberta literária. Acompanhe a seguir o bate-papo com a nossa leitora VIP da semana.

Como o hábito de acompanhar o Café Literário moldou a sua percepção sobre a literatura independente nacional?

Mudou completamente. Antes, eu achava que a boa literatura estava restrita aos grandes clássicos ou às grandes editoras. O portal me mostrou que o Brasil transborda talentos escondidos. Ler a riqueza desses autores independentes me fez valorizar muito mais a nossa produção atual.

“Eu dou muitas risadas com as crônicas”

Entre os diversos gêneros publicados no portal, quais deles mais despertam a sua vontade de ler até a última linha?

Olha, é uma mistura deliciosa de reações! Eu dou muitas risadas com as crônicas, que pegam o nosso cotidiano e transformam em puro humor. Ao mesmo tempo, fico completamente surpresa com as reviravoltas de vários contos, que me prendem do início ao fim pelo mistério. E, para fechar, chego a me emocionar profundamente com as poesias, que tocam a alma de um jeito muito bonito. Fica impossível parar de ler. Então, creio que todos os gêneros me prendem. Ah, também amo as entrevistas com os autores.

Que tipo de texto publicado mais reflete o seu cotidiano e as suas vivências aqui no Brasil?

Sem dúvidas, são as crônicas. O jeito que os autores retratam o transporte público, a correria do trabalho, o calor e o jeitinho brasileiro me faz sentir representada. Como eu dou muita risada com as crônicas, me vejo exatamente naquelas situações engraçadas do dia a dia.

Já aconteceu de um texto publicado no site mudar a forma como você enxerga algum aspecto da sua própria vida?

Sim, e isso geralmente acontece quando leio os poemas. Houve uma vez em que cheguei a me emocionar com uma poesia sobre o tempo e a nossa pressa diária. Ela me fez desacelerar e dar mais valor aos pequenos momentos com a minha família.

Se você pudesse pedir para os escritores do Café Literário abordarem um tema específico, qual seria?

Eu adoraria que eles escrevessem mais crônicas humorísticas sobre as peripécias da vida moderna e da internet. Como são textos que eu devoro e que me fazem rir muito, acho que o público ia amar rir junto dessas situações tecnológicas atuais.

Qual foi o autor ou autora revelado recentemente no portal cuja escrita mais chamou a sua atenção?

Teve um conto recente que me marcou muito. O suspense psicológico que ele construiu foi fantástico. Eu fiquei muito surpresa com o final do conto, pois não esperava aquela resolução. O texto me ganhou exatamente pela capacidade de chocar o leitor positivamente. Era sobre três amigas, uma brigava com alguém, que a gente que lê imagina ser o filho ou o marido, mas não era. Ri muito. Era cachorro.

“O Café Literário traz um imediatismo maravilhoso”

Para você, qual é a principal diferença entre ler um texto no Café Literário e acompanhar um livro físico?

O livro físico tem aquele charme do papel e do cheiro, mas o formato digital no Café Literário traz um imediatismo maravilhoso. Eu posso estar no meio do dia, abrir o celular e ter acesso a uma leitura que me transforma: em cinco minutos eu rio com uma crônica ou me emociono com uma poesia na hora do almoço. É a literatura acessível a qualquer hora.

Você tem o costume de compartilhar os contos e poesias lidos nas suas redes sociais para incentivar outras pessoas?

Sempre! Principalmente as poesias e as crônicas. Sempre que um texto me toca e eu me emociono com as palavras, ou quando acho algo genial que me faz rir muito, posto nos meus stories para que meus amigos também conheçam o Café Literário.

Qual foi a última história lida aqui que te deixou com aquela sensação de “quero mais” ou gerou uma reflexão profunda?

Foi um conto que misturava realismo mágico com a nossa realidade brasileira. A forma como o autor conduziu a narrativa me deixou muito surpresa, e quando acabou, fiquei minutos olhando para a tela pensando no significado daquilo. Queria que virasse um livro inteiro!

Se você tivesse a oportunidade de escrever e publicar o seu próprio texto no Café Literário, sobre o que ele falaria?

Eu tentaria escrever uma crônica bem-humorada sobre a própria paixão de ser uma leitora assídua. Falaria sobre como a gente dá risada sozinha no ônibus lendo, como se surpreende com os finais dos livros no meio da noite e como se emociona a ponto de chorar em público por causa de um poema. Seria uma homenagem a todos nós, leitores do Café Literário.

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Caro leitor, caso você também queira parcicipar do Cantinho do Leitor, entre em contato conosco através do e-mail: concursocontosecronicas@notibras.com

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