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Servidores públicos

Recomposição dos quadros entra na disputa eleitoral

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Autor/Imagem:
João Zisman - Foto de Arquivo

Concursos públicos e reposição de servidores começam a aparecer de forma mais concreta nos programas e propostas das candidaturas.

Celina Leão defende reposição gradual dos quadros, priorizando concursos vigentes e vinculando novas contratações à capacidade fiscal. Na educação, propõe reduzir progressivamente a dependência de professores temporários. Na saúde, associa a recomposição dos quadros à reorganização das carreiras.

José Roberto Arruda promete convocar profissionais de saúde e educação aprovados em concursos vigentes já no início do governo e reduzir de aproximadamente 27 mil para até 8 mil os cargos em comissão.

Leandro Grass apresenta uma agenda mais expansiva, com proposta de convocação de 5 mil enfermeiros aprovados, realização de concurso para especialistas em saúde e planejamento plurianual de efetivos para Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros.

Ricardo Cappelli condiciona novas contratações a dimensionamento da força de trabalho e capacidade fiscal, enquanto Paula Belmonte também propõe substituir gradualmente temporários por servidores efetivos.

A divergência começa a aparecer menos no objetivo e mais no ritmo. Há candidaturas que prometem reposições imediatas e outras que enfatizam planejamento e limite fiscal.

A campanha terá de responder a uma questão simples: quais carreiras precisam de reforço imediato, quanto custará a recomposição e como incorporá-la às despesas permanentes do Distrito Federal.

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