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Socialismo tropical

Sete de Setembro pode ser novo divisor de águas

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Autor/Imagem:
Ray Cunha - Texto e Foto

O Brasil é a cereja do bolo da União das Repúblicas Socialistas do Trópico (URST), clube similar à União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Cereja, não! O próprio bolo. A máfia comunista, assim que deu o golpe no Império Russo, começou a ambicionar o mundo inteiro, e usou duas armas para abocanhar o planeta: O Capital, de Karl Marx, e Cadernos do Cárcere de Antonio Gramsci.

Em O Capital, Marx delira, basicamente, que a classe operária dominará os meios de produção, que Deus não existe, que o Estado é soberano. Sem capital não há produção industrial. O que realmente acontece é que o operariado se torna escravo do Estado. Se Deus é o próprio Universo, a natureza, logo Deus existe. E o Estado não é soberano porra nenhuma. É apenas um conjunto de instituições que, se falharem, se foram assaltadas, se forem pervertidas, fodeu-se.

Quanto a Gramsci, mostrou, por A mais B, que não era preciso os comunistas fazerem revoluções armadas para tomar o Estado. Bastava aparelharem com propaganda marxista a mídia, as universidades, os artistas, as escolas, as instituições, e tudo bem. Deu certo no Brasil. O Brasil foi sempre ambicionado pelas potências hegemônicas. O Brasil é fruto da maior potência do mundo no século XV – Portugal. A casa imperial portuguesa sabia o que estava fazendo e reservou para si o paraíso tropical que o Brasil é territorialmente, mas que perdeu por causa da França de Napoleão Bonaparte. O Brasil sempre esteve entre beijos e tapas com a França.

Durante a Ditadura dos Generais (1964-1985), enquanto os militares lutavam contra vários grupos guerrilheiros marxistas, os comunistas estavam aparelhando o Estado, e com ajuda dos próprios militares, que, além de o regime pôr dinheiro em editoras que publicavam Gramsci, deixaram os comunistas à vontade nas universidades. E os mafiosos deitaram a rolaram. Graduei-me em Jornalismo na Universidade Federal do Pará (UFPa). Parte dos professores ia para lá para fazer propaganda comunista.

Lula da Silva surgiu nesse contexto gramsciano, militando no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema, hoje, Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Em 1980, fundou o Partido dos Trabalhadores (PT) e, em 1990, o Foro de São Paulo, juntamente com Fidel Castro. Enquanto o PT saqueia o país, o Foro de São Paulo inunda os Estados Unidos de drogas e bandidos, para enfraquecer Tio Sam e varrê-lo do mapa, com ajuda do Irã e China.

Lula da Silva declarou ad nauseam em entrevistas que ia chegar ao poder e à ditadura não por meio de revolução, mas usando a própria democracia. Em 2002, depois de perder as eleições para Presidente várias vezes, travestiu-se de Lula paz e amor e, com ajuda do comunista Fernando Henrique Cardoso, chegou à Presidência, e, desde então, nunca mais saiu. Ausentou-se algumas vezes, mas voltou sempre. Foi, inclusive, preso, mas não demorou na cadeia, onde ainda arranjou uma nova esposa, Janja da Silva.

Qual é o segredo do sucesso de Lula?, hoje, um homem riquíssimo, mas discreto. Também seus filhos e irmão são ricos. Seu segredo é que conquistou o Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal (STF). Certamente, com seu charme irresistível. E Lula da Silva estava quase chegando lá, na ditadura propriamente dita, como na China, quando seus comparsas americanos, Joe Biden e outros mafiosos do Partido Democrata, caíram. Mas caíram para ninguém menos do que Donald Trump, que ressuscitou a Doutrina Monroe e criou o Escudo das Américas.

A Doutrina Monroe reza que as Américas são para os americanos, não para europeus, ou chineses, ou islâmicos. O Escudo das Américas é um clube de países de Direita que está arrasando com o maior ganha-pão das ditaduras de Esquerda: o narcotráfico. As forças armadas dos Estados Unidos mais as dos países latino-americanos de Direita estão tacando fogo no rabo dos narcotraficantes e sufocando-os no mercado financeiro internacional. Hoje, chefões do narcotráfico vão dormir sem saber se amanhecerão vivos.

O Brasil tem questões urgentes a resolver, se quiser ter futuro. Uma delas é, a partir deste 7 de Setembro, o país parar e começar a haver desobediência civil, até o restauro da Constituição, que foi rasgada, usada para limparem a bunda, e queimada, como quem queima papel higiênico, pela própria instituição criada para defendê-la.

Outra questão é que o Supremo mantém centenas de presos políticos, presos porque ousaram emitir opinião, e vários deles já morreram no cárcere, vítimas de maus tratos. Essas pessoas têm que ser soltas imediatamente. Imediatamente!

A terceira questão é com Flávio Bolsonaro (PL/RJ), que aparece em todas as pesquisas, até no Datafolha, como vitorioso na disputa pela Presidência, e, em várias pesquisas, aparece vitorioso já no primeiro turno. Pois bem, se ele ganhar, além de soltar imediatamente os presos políticos, se é que não serão soltos antes, tem que começar a desmontar o aparelhamento do Estado costurado pelos comunistas. Precisará agir com certa fúria, e demitir montanhas de cabides de emprego.

Precisa também, com urgência, desmontar a ditadura da toga e pôr as Forças Armadas na guerra contra as facções terroristas, especialmente o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).

E para tirar o país do atoleiro de fezes onde agoniza, contará, além do seu plano de trabalho, que já vem sendo costurado, com o Plano Brasil 2040, de um dos maiores intelectuais e estrategistas do país, Jorge Bessa. O Plano Brasil 2040 será entregue a Flávio Bolsonaro pelo jornalista José Aparecido Ribeiro, presidente da Associação Brasileira de Jornalistas Independentes e Afiliados (AJOIA Brasil), durante a Primeiro Conferência da AJOIA Brasil, no dia 21 de setembro, uma segunda-feira, no Palácio Fiorentino (entre a Avenida Paulista e o Estádio do Pacaembu), em São Paulo. Trata-se de um projeto abarcando todas as atividades de Estado, visando guindá-lo ao clube dos países hegemônicos.

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