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Sobrevivência da fauna

Acordo define monitoramento de animais silvestres

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Autor/Imagem:
Carolina Paiva, Edição - Foto Rogério Castro

O Instituto Brasília Ambiental (Ibram) acaba de firmar acordo de cooperação técnica com a Organização Não Governamental (ONG) Associação para a Conservação da Biodiversidade Jaguaracambé, para o intercâmbio científico, didático, educacional e cultural relativos a projetos de pesquisa de monitoramento, diagnóstico, prognóstico, manejo e avaliação sanitária de animais silvestres e espécies exóticas no Distrito Federal e Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).

O trato tem vigência de três anos e vai auxiliar o projeto de monitoramento de médios e grandes mamíferos silvestres do instituto, no qual os profissionais irão a campo coletar, processar os dados e avaliar as condições dos animais por meio da realização da coleta de sangue e, assim, averiguar o estado geral de saúde deles, sobretudo de canídeos, como a raposinha e o lobo-guará.

Segundo a Gerência de Fauna Silvestre (Gefau), os médios e grandes mamíferos são espécies bioindicadoras, que revelam se um determinado ambiente está preservado. Por meio desses estudos, o Brasília Ambiental poderá ter acesso a informações sobre os animais que serão capturados, bem como a um panorama do estado tanto de saúde quanto das variedades que ocupam as áreas naturais protegidas do DF.

Conforme a parceria, o trabalho de contínuo monitoramento permitirá também avaliar e propor estratégias na proteção das espécies e, consequentemente, do meio ambiente. Toda a ação será realizada sem custos, com o apoio do Brasília Ambiental, nos deslocamentos para as unidades de conservação e na experiência e técnica com o projeto.

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