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Homem contra homem

Conflitos armados somam maior número desde II Guerra

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Antônio Albuquerque - Foto de Arquivo

O número de conflitos armados em 2023 atingiu o maior nível desde a Segunda Guerra Mundial, de acordo com relatórios divulgados nesta segunda, 10. O secretário-geral da ONU, António Guterres, destacou que aproximadamente 25% da população mundial vive em áreas afetadas por guerras, abrangendo desde o Haiti e a região do Sahel, até o Iêmen, Mianmar e, especialmente, a Ucrânia.

Esses conflitos não apenas resultaram em um elevado número de vítimas, mas também agravaram crises humanitárias, deslocando milhões de pessoas e aumentando a necessidade de ajuda humanitária global, destacam organizações humanitárias.

Além disso, o Instituto para Economia e Paz registrou que o ano anterior (2022) teve o maior número de fatalidades em conflitos desde o genocídio em Ruanda, em 1994. Desde 2023 a situação se agrava, com conflitos se internacionalizando e afetando 91 países direta ou indiretamente.

A violência em todo o mundo gerou um custo econômico significativo, atingindo US$ 17,5 trilhões, equivalente a 13% do PIB global​​. Este cenário reflete a falência dos mecanismos internacionais de paz estabelecidos após 1945, que não fornecem mais respostas efetivas às novas dinâmicas e hegemonias regionais emergentes.

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