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Brasília

Defesa da criança vira meta de Paula Belmonte

Carolina Paiva, Edição

O esforço para inserir a educação e os primeiros anos de vida dos brasileiros no centro do debate político tem encontrado representantes na Câmara dos Deputados. A bancada do Distrito Federal conta com uma das congressistas com atuação voltada ao ensino e à infância, a deputada federal Paula Belmonte (Cidadania). Em votação recente, ela conseguiu aprovar a criação de uma comissão externa que fiscalizará as condições de vida de crianças em todo o país.

A parlamentar estreante teve como uma das prioridades manter diálogos junto ao Poder Executivo, tanto com o presidente Jair Bolsonaro e com o governador Ibaneis Rocha (MDB). Não é difícil vê-la em contato direto com ministros e secretários de Estado. A postura aguerrida fica clara quando o assunto é educação. Paula Belmonte criticou duramente a falta de proteína animal na merenda e, mais recentemente, o excesso de gordura nas almôndegas servidas aos alunos.

Um grupo de seis parlamentares – Paula é a única do Distrito Federal – formará a Comissão Externa da Primeira Infância. Os integrantes terão a prerrogativa de fiscalizar em todo o Brasil situações de maus tratos, descumprimento de leis e violações de direitos humanos.

Para a deputada, essa é uma iniciativa que se soma a outros esforços para trazer mais olhos para a infância. “É necessário mudar a mentalidade e desde já olhar as crianças como cidadãos. Acredito que podemos trazer reflexões importantes sobre a as condições da educação no município e outros temas importantes, como o trabalho infantil e o abuso sexual”, disse.

Farão parte da comissão os deputados Adriana Ventura (Novo-SP), Idilvan Alencar (PDT-CE), Leandre (PV-PR), Pedro Cunha Lima (PSDB-PB) e Professora Dorinha Rezende (DEM-TO).

Dois anos de debates
Paula Belmonte também foi responsável pela articulação que aprovou o Biênio da Primeira Infância, um período entre 2020 e 2021 que servirá para promover palestras, debates e novas políticas públicas para aqueles que mais precisam de atenção. Os três poderes da República devem estar envolvidos no diálogo pelas crianças a partir do ano que vem.

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