Perdoe-me
Desvelo
Publicado
em
Autor/Imagem:
Luzia Couto - Foto Francisco Filipino
Perdoe-me, eu me rendi,
não há cura para este fogo,
sou chama acesa em teus abraços,
pois venero o néctar suave
que em teus lábios floresce.
Perdoe-me por invadir teu destino,
por gravar em tua memória
um sinal eterno,
na fragrância que tua pele exala
como jardim em alvorada.
Perdoe-me por enxergar-te nas estrelas,
por coroar-te como divindade,
com tua beleza incontida,
sendo guardião dos mistérios
que tua alma me confia.
Perdoe-me por ser apenas
um conto suspenso no tempo,
bordado de desejos e ternura,
sabendo que caminho perdido
nos labirintos de teus sonhos.
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